11.8.07
Olá a todos!

Devido às férias ou trabalhos de férias da maioria dos colaboradores, às férias dos nossos visitantes e também um pouco à falta de ideias a rubrica pergunta da semana vai ser publicada quinzenalmente. Com o tempo talvez voltemos a uma pergunta semanal, mas por agora fica assim.

Espero que todos continuem a ler o que é dito sobre cada tema e a votar.

Obrigado
Link do postPor Marta Santos, às 11:25  Comentar

2.8.07


Ainda bem que ganhou quem tem a maioria dos electrodomésticos com eficiência energética.  Contudo melhor, melhor era ganhar quem tem todos com eficiência energética. Mas nota-se se que muita gente não sabe o que é a eficiência energética...


PARA QUEM NÃO SABE:




Prefira sempre os electrodomésticos classificados com a letra A, contudo existe mesmo A++.

Contudo a eficiência energética não tem unicamente a ver com os electrodomésticos.

A eficiência tecnológica passa também por nós. A aposta na poupança de electricidade é essencial e constitui o primeiro passo para a eficiência energética.

O consumidor assume assim um papel chave para a eficiência energética. A negligência relativa ao uso incorrecto da energia e a falta de conhecimento tem, actualmente, implicações a nível ambiental que são graves demais para serem ignoradas.


Desta forma, tem sido elaborada legislação que conduz à obrigatoriedade de informar o consumidor. No caso de alguns equipamentos (frigoríficos e congeladores, máquinas de secar e lavar roupa, máquinas de lavar louça, lâmpadas, fornos eléctricos e ar condicionado) foi criada a etiquetagem energética, através de legislação europeia e nacional.



Nunca é demais fazer algo mais pelo nosso planeta!!

Nota: Verificou-se que pouca gente votou na pergunta desta semana. A vossa resposta ser-nos-á muito importante e crucial na elaboração desta rubrica. O blog agradece.

26.7.07


Cada vez mais temos electrodomésticos que estão sempre acessíveis e prontos a ser usados a partir de um comando. Mas para que isso seja possível é necessário que os aparelhos tenham um consumo mínimo de energia que lhes permita activarem as suas funções quase imediatamente, o que acarreta um consumo constante de energia - o chamado consumo Stand-by.

O Stand-by é o estado em que o aparelho fica quando não está a ser usado. O exemplo mais reconhecido de consumo em Stand-by é a luz que fica acesa num aparelho quando este é desligado no comando, que nos aparelhos recentes representa um consumo mais baixo do que se estiver a ser utilizado, mas nos aparelhos antigos consome praticamente a mesma energia do que se estivesse a ser usado. Outros bons exemplos de consumo Stand-by são os verificados nos vídeos, DVDs e aparelhagens que quando não estão a ser usados estão a consumir energia na mesma, pois têm relógios a funcionar.

Vale a pena lembrar que alguns aparelhos consomem energia mesmo estando desligados e para que eles não consumam nada é necessário que sejam desligados da tomada. Por exemplo, alguns monitores ligados consomem 90W, em Stand-by (espera) consomem 15w e desligados consomem 5W.

É aconselhável que se desligue todo equipamento das tomadas, ou em alternativa ligar os aparelhos a uma tomada eléctrica com interruptor (power-strip), que consome 1 a 3 W, mas que é preferível ao consumo total dos aparelhos que se ligarem a estas tomadas, que pode atingir os 75 W. Assim evita-se o consumo desnecessário de energia, e também se previne uma eventual sobrecarga que pode acontecer quando a energia volta após uma falta de energia.

Este consumo deve ser evitado em períodos de férias e/ou quando não se utilizam os equipamentos (em casas de férias ou de fim de semana).

Estima-se que o consumo anual médio em Stand-by para cada lar Português seja de 377 kWh/ano, o que corresponde a uma despesa de 37,25 €.

Apresentam-se em seguida alguns exemplos de consumo em Stand-by de alguns aparelhos:



Fonte de informação: ecocasa





Esta semana cerca de 50 pessoas responderam à pergunta colocada das quais cerca de 20 confessaram nunca ou raramente desligarem completamente os aparelhos, no entanto nem tudo é mau, 12 pessoas afirmam desligar sempre os aparelhos, neste caso concreto a televisão, estes resultados mostram-nos que já há alguma sensibilização para a causa gastos de energia, no entanto ainda há bastantes arrestas a limar.

Obrigado a todos os que participaram e já aí está uma nova pergunta para responder
Link do postPor Marta Santos, às 11:50  Comentar

12.7.07
Empresa brasileira tem primeiro plástico "verde" certificado do mundo

A Braskem anunciou a produção do primeiro polietileno a partir do etanol de cana-de-açúcar certificado mundialmente, utilizando tecnologia competitiva desenvolvida no Centro de Tecnologia e Inovação da empresa. A certificação foi feita por um dos principais laboratórios internacionais, o Beta Analytic, atestando que o produto contém 100% de matéria-prima renovável.

Plástico verde

O polímero verde da Braskem - polietileno de alta densidade, uma das resinas mais utilizadas em embalagens flexíveis - é resultado de um projecto de pesquisa e desenvolvimento que já recebeu cerca de 5 milhões de dólares em investimentos.

Parte desse montante foi destinada à implantação de uma unidade-piloto para produção de eteno - base para fabricação do polietileno - a partir de matérias-primas renováveis no Centro de Tecnologia e Inovação Braskem, que já está produzindo quantidades suficientes para o desenvolvimento comercial do produto.

"A liderança da Braskem no projecto do polietileno verde confirma o nosso compromisso com a inovação e o desenvolvimento sustentável e abre perspectivas muito positivas para o desenvolvimento de produtos plásticos feitos a partir de matérias-primas renováveis, um campo em que o Brasil possui vantagens competitivas naturais", afirma José Carlos Grubisich, presidente da empresa.


Plástico de etanol

O projecto entra agora em fase de detalhamento técnico e económico, e o início da produção do polietileno verde em escala industrial está previsto para o final de 2009. A nova unidade deverá ter tecnologia moderna e escala competitiva, podendo atingir capacidade de produção de até 200 mil toneladas por ano.

A produção de plásticos a partir do etanol destina-se a suprir os principais mercados internacionais que exigem produtos com desempenho e qualidade superiores, com destaque para a indústria automobilística, de embalagens alimentícias, cosméticos e artigos de higiene pessoal.

Avaliações realizadas na fase inicial do projecto constataram um enorme potencial de crescimento e de valorização do mercado de polímeros verdes. Como essas resinas têm o mesmo desempenho e propriedades do produto similar obtido a partir de matéria-prima não renovável, a indústria de manufacturados plásticos deverá beneficiar-se desse importante desenvolvimento sem a necessidade de fazer investimentos em novos equipamentos.

Fonte de informação: Inovação Tecnológica






Bem esta semana a participação foi um bocadinho inferior ao habitual, apenas 25 pessoas responderam à pergunta da semana... Mas a esses 25 um muito Obrigado.

Os resultados, pois a maioria não sabia da existência de um plástico verde. Espero que tenham ficado esclarecidos e que respondam à nova pergunta da semana.
Link do postPor Marta Santos, às 11:40  Ver comentários (2) Comentar

5.7.07
Cientistas dos EUA criam biocombustível de frutas

O açúcar encontrado em frutas como maçãs e laranjas pode ser convertido em um novo tipo de combustível com emissão reduzida de dióxido de carbono para os carros, de acordo com cientistas americanos.


O combustível, feito a partir de frutose, tem várias vantagens sobre o etanol, segundo artigo dos pesquisadores na revista Nature.

Cientistas da Universidade de Wisconsin-Madison dizem que a frutose pode ser convertida em um combustível chamado dimetilfurano, que pode armazenar 40% mais energia do que o etanol, não evapora tão facilmente e é menos volátil.


Os cientistas dizem que a frutose pode ser obtida diretamente de frutas e plantas ou obtido a partir da glicose. Mas, segundo os cientistas, ainda seriam necessárias mais pesquisas para verificar o impacto ambiental deste novo combustível.


Biodiesel

Um outro relatório sobre biocombustíveis feito na Grã-Bretanha disse que já existe tecnologia para criar biodiesel não apenas de azeite de dendê, mas também de uma gama de materiais, inclusive madeira, ervas e sacos plásticos.

Especialistas dizem que dentro de seis anos até 30% da demanda por diesel no país pode vir dessa fonte.

Jeremy Tomkinson, do National Non-Food Crops Centre da Grã-Bretanha (Centro Nacional para Colheitas Não-Alimentícias da Grã-Bretanha, em tradução livre), disse que esta próxima geração de biocombustíveis pode atender a outras necessidades, além de movimentar veículos.

“Imagine se componentes químicos industriais ou o combustível de aviões também vierem dessas fontes…Há um grande potencial”, disse ele.

O maior problema neste processo é o custo.

Estima-se que novas instalações para a produção deste tipo de combustível custem até dez vezes mais do que as atcuais refinarias de biodiesel.

Tanto na União Europeia quanto nos Estados Unidos, políticos defendem o uso de biocombustíveis para reduzir emissões de dióxido de carbono e a dependência da importação de petróleo.

Mas críticos dizem que os actuais biocombustíveis - tanto diesel feito de azeite de dendê quanto etanol feito de milho e cana-de-açúcar - encorajam os agricultores a optarem por estas culturas para produzir combustíveis.

O processo já estaria levando a um aumento no custo dos alimentos, alegam.


Fonte: Revista do meio ambiente

 

 

 



Bem como resultados obtivemos o esperado mais de metade das pessoas que responderam à nossa pergunta desta semana não fazia ideia desta notícia. mas o verde está cá para vos informar, e para vos alertar para as coisas boas, como esta, e para as coisas más, para que possam tomar uma atitude.

Muito obrigado a todos as 57 pessoas que participaram e não se esqueçam de espreitar a pergunta desta semana.





Link do postPor Marta Santos, às 12:01  Ver comentários (9) Comentar

28.6.07

Acaba hoje a pergunta da semana resultados:


 

Das 114 respostas obtidas a maioria não sabia dos valores astronómicos de emissões de CO2 que a iluminação de uma habitação provoca. Apenas 12 pessoas afirmaram ter noção destes valores.


 

O verde deixa-vos agora um apontamento acerca da iluminação das casas e alguns conselhos para minimizar o consumo de energia.


 

A todos obrigado por participarem e já agora respondam à nova pergunta da semana.




A iluminação numa casa é responsável por cerca de 10 a 15% do consumo de electricidade total da habitação, o que corresponde a uma emissão anual de 450 Gg de CO2 equivalente (450 000 000 000 g).

A escolha da iluminação correcta para cada divisão, tendo em conta o tipo de actividades que se realizam em cada espaço, é muito importante para um maior conforto e um consumo mais racional de energia, traduzindo-se numa redução da factura da energia.

O uso de lâmpadas tecnologicamente mais eficientes permite poupar dinheiro, por consumir menos energia, e ao poupar energia está a preservar o ambiente.

A mudança do tipo de lâmpadas utilizadas é cada vez menos restringida, graças à adaptação das “novas” lâmpadas ao sistema das incandescentes.

Actualmente é obrigatório a presença da etiqueta de eficiência energética nas embalagens das lâmpadas, como forma de distinguir as lâmpadas que são mais eficientes, do ponto de vista energético, das que são menos eficientes. É também muito importante reparar na sua classificação quando têm a designação de ecológicas/económicas, pois existem no mercado lâmpadas com esta designação que têm uma baixa eficiência energética (classe D ou menos).

É preciso ter também em atenção a potência de lâmpadas que é indicada para os candeeiros.

É preferível utilizar menos lâmpadas, mas com mais potência: uma lâmpada de 100 Watts consome a mesma energia que 4 de 25 Watts, mas produz aproximadamente o dobro da luz, no entanto a melhor opção é a utilização de uma lâmpada fluorescente compacta que com uma menor potência atinge o mesmo grau de iluminação.


 

Quais os tipos de lâmpadas a usar?

 

Lâmpadas incandescentes são as menos eficientes energéticamente e aquelas que têm o menor tempo de vida, indicadas para locais em que a iluminação é feita em curtos períodos de tempo.

Lâmpadas halogéneo são mais eficientes que as lâmpadas incandescentes e têm um período de vida mais longo. São caracetrizadas pelas cores intensas, normalmente são utilizadas em projectores.

Lâmpadas Fluorescentes são as lâmpadas mais económicas gastam apenas 80% da energia para dar a mesma iluminação existem as normais, que se encontram vulgarmente em cozinhas e as compactas que surgiram com vista a substituir as lâmpadas incandescentes, são indicadas para lugares onde a iluminação se faz durante longos períodos de tempo.


 

fonte de informação: ecocasa
Link do postPor Marta Santos, às 09:10  Ver comentários (9) Comentar


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