11.8.08

Partindo de um material desenvolvido por pesquisadores japoneses, engenheiros holandeses estão a criar a primeira "estrada verde", capaz de eliminar da atmosfera a poluição emitida pelos veículos que nela se movimentam.


Uma pequena estrada na cidade de Hengelo, Holanda, será pavimentada com um cimento especial contendo um aditivo capaz de capturar partículas de óxidos de nitrogénio emitidas pelos escapes dos veículos.

 

Mais conhecidos pela sigla NOx, os óxidos de nitrogénio estão entre os piores gases poluentes emitidos na atmosfera, sendo os principais responsáveis pela chamada chuva ácida.

O cimento purificador de ar recebe na sua fórmula um aditivo à base de dióxido de titânio. Quando exposto à luz do Sol, o material reage com os óxidos de nitrogénio, transformando-os em nitratos, que são inofensivos ao meio ambiente. Basta uma chuva para que todo o pó inerte seja lavado e a estrada fique limpa de novo.

 

A estrada de Hengelo foi escolhida porque está sendo reconstruída e por causa da excelente qualidade do ar da região, que permitirá um acompanhamento preciso dos resultados obtidos com a pavimentação capaz de eliminar a poluição do ar. As obras deverão terminar até o final de 2008.

(fonte)


31.7.08

A ONU recomendou aos funcionários e corpo diplomático que deixem nos armários a roupa tradicional e optem por uma indumentária informal que se adapte melhor ao novo plano de poupança energético a implementar na sede da organização.

A iniciativa denominada "Cool UN" prevê subir em Agosto o termóstato do ar condicionado na emblemática sede da Secretaria da ONU de 22,2 para 25 graus centígrados e de 21,1 para 23,9 graus centígrados no anexo que alberga as salas de conferências da organização, anunciaram hoje os seu responsáveis.

Em consequência, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, autorizou a que se flexibilize o código de vestuário para que os cerca de cinco mil funcionários possam adaptar-se ao aumento da temperatura ambiente.

"Não nos vamos meter a polícias da moda mas o que procuramos é que as pessoas possam vestir roupas mais frescas", indicou, numa conferência de imprensa, Michael Adlerstein, responsável pelo projecto de modernização da sede da ONU.

Adlerstein deu o exemplo escolhendo para a ocasião uma camisa branca e calças caqui, em vez do tradicional fato escuro e gravata com que costuma luzir o reconhecido arquitecto nova-iorquino.

A ONU calcula que a diminuição do consumo de ar condicionado permitirá reduzir em cem mil dólares (cerca de €70,000) a factura energética do edifício e evitar a emissão de 300 toneladas de dióxido de carbono, o gás apontado como o principal responsável pelas alterações climáticas.

Adlerstein indicou que se a iniciativa der bons resultados, ela poderá estender-se para além de mês de Agosto e aplicar-se nos meses de Inverno, embora neste caso a recomendação seja usar roupas que conservem o calor corporal.

A ONU recordou, num comunicado, que os participantes na conferência internacional sobre alterações climáticas realizada no Verão passado na Ilha indonésia de Bali já acordaram adoptar una indumentária mais adequada ao clima tropical.

(fonte)


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15.7.08

O Ecoturismo, um fenómeno em crescimento. Como investir nesta alternativa ao sol e praia é o que vai ser discutido em colóquios, debates e bolsas de contactos na 3ª edição da Feira Nacional de Parques Naturais e Ambiente, de 24 a 27 de Julho, em Olhão.
O Jardim Pescador Olhanense vai ser palco de uma mostra de aproximadamente 40 áreas protegidas de Portugal e Espanha, representadas pelo Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) e pela A Marca, Parques Naturais da Andaluzia.
Este ano, em foco vai estar o Ecoturismo. Vão marcar também presença cerca de 40 empresas dos dois países ligadas à área do turismo de natureza
Não podemos esgotar o sol e praia. É preciso alternativas como o Ecoturismo”, referiu esta quinta-feira o presidente da autarquia de Olhão, Francisco Leal, na conferência de imprensa de apresentação do evento, considerado "o maior do género na Península Ibérica".
Por seu turno o director do Parque Natural da Ria Formosa, João Alves, presente na ocasião, disse ser “necessário chamar as pessoas às áreas protegidas, porque as áreas protegidas não são espaços fechados”. “As actividades económicas possíveis serão bem vindas”, salientou.
Um dos programadores do evento, Marcos Bartilotti, referiu que o Ecoturismo “está em crescendo um pouco por todo o mundo” mas que “é um potencial subaproveitado em Portugal”, realçando ser uma área que “não sofre do problema da sazonalidade”.
Com a sede do Parque Natural da Ria Formosa – a Quinta de Marim - inserida no concelho, o edil olhanense defendeu que “o parque natural tem sido e vai ser cada vez mais um factor de valorização de Olhão e da região”.
Do vasto conjunto de iniciativas programadas, destaque para o seminário internacional sobre Ecoturismo que acontece dia 25 a partir das 9:00 horas e vai contar com a participação de especialistas portugueses e estrangeiros.
O ministro do Ambiente, Nunes Correia, bem como o presidente do Turismo de Portugal, Luís Patrão, e o presidente do ICNB, Tito Rosa, são outras individualidades presentes neste seminário, cujo o debate será moderado por Gonçalo Pereira Rosa, da National Geographic Portugal.
A feira terá lugar no Jardim Pescador Olhanense, mas inúmeras actividades acontecem na Quinta de Marim, e no espaço marítimo que medeia entre um e o outro lugar, com passeios de barco pela Ria Formosa, incluindo carreiras da feira para quinta com vista a participar nas actividades.
Observação de aves, workshops de fotografia e pintura de natureza, caminhadas, montanhismo, escaladas, mergulho, canoagem, parapente ou turismo equestre são apenas algumas das actividades programadas.
Outras atracções do certame prendem-se, por exemplo, com produtos alimentares tradicionais e biológicos. Um chef especializado vai estar a fazer demonstrações com produtos biológicos algarvios para posteriores degustações pelos visitantes.

A 3ª edição da feira inaugura às 18:00 horas de dia 24 no Jardim Pescador Olhanense.

Link do postPor Ventura, às 12:29  Comentar

5.6.08

Hoje comemora-se mais um dia mundial do Ambiente, hoje fala-se da poluição, aquecimento global, reciclagem e afins em todas as tvs, em todos os jornais, e até nalgumas rádios.

 

Hoje é o dia em que toda a gente desliga as luzes e os pcs quando sai de casa, verifica se a torneira ficou a pingar, alguns até pensam em plantar uma árvore.

 

Acontece que não se toma conta do ambiente num dia, nem tem de ser exercidos gestos majestosos e que envolvem muitas pessoas e muito dinheiro para que aconteçam. Cada um de nós tem a responsabilidade de dar um bocadinho de si todos os dias para um ambiente melhor.

 

Foi assim que este blog nasceu, uma forma limpa, fácil e rápida de fazer chegar às pessoas um bocadinho sobre o ambiente, o que há de bom para usufruir, o que há que precisa de ser melhorado, pequenos conselhos para que cada um de nós tome conta do ambiente e faça a sua parte.

 

O dia do Ambeinte não é só hoje, são todos, não se esqueçam disso.


 

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Link do postPor Marta Santos, às 15:55  Ver comentários (5) Comentar

1.5.08

(Clica na imagem para acederes ao programa dos seminários)


29.3.08

Portugal é o país, de um conjunto de 15 países alvo de um inquérito da seguradora AXA, onde a população está mais preocupada com as alterações climáticas e o aquecimento global, mas menos disposta a pagar mais por soluções e produtos ecológicos.

As conclusões revelam que 89 por cento da população activa portuguesa e 79 por cento dos reformados revelam preocupação com os problemas ambientais, uma percentagem acima de todos os países inquiridos, entre os quais os Estados Unidos (53 por cento dos activos e 49 por cento dos reformados) ou Espanha (70 por cento e 50 por cento, respectivamente).

Olhando ao sexo, as mulheres com actividade profissional mostram-se mais preocupadas com o ambiente (91 por cento) do que os homens (86 por cento), enquanto nos reformados os homens são os mais interessados no assunto (81 por cento contra 77 por cento das mulheres).

O barómetro da AXA, realizado desde 2004, visa analisar e comparar as atitudes e comportamentos de activos e reformados face à reforma, mas este ano elegeu ainda o tema das alterações climáticas e aquecimento global.

Fonte: Portugal Diário. 


 É bom que os portugueses estejam preocupados com o ambiente. Mas talvez a verdade é que metade ou até menos ponha em prática medidas para poupar o ambiente. Um grande exemplo são os carros. A ditadura automóvel impede que muitos optem por transportes públicos e bicicletas, mas os que não têm a desculpa de não terem paragens ou linhas à porta de casa também não os usam, porque "estão bem na vida". Esperamos que a preocupação com o meio ambiente esteja acompanhada por acções.


28.3.08

Cientistas descobriram como fabricar nanopartículas de ouro utilizando, além de sais de ouro, unicamente compostos naturais e amigos do ambiente. É a primeira vez que se descobre um método "verde" para a produção destes componentes altamente promissores para a nanotecnologia e para a biomedicina.

Apesar da grande promessa dessas partículas microscópicas, principalmente para carregar medicamentos no tratamento do cancro, os cientistas estão cada vez mais preocupados com os potenciais efeitos tóxicos, tanto das próprias nanopartículas sobre o organismo humano e sobre o meio ambiente, quanto dos compostos sintéticos utilizados em sua fabricação.

As nanopartículas de ouro têm uma vantagem sobre outras nanopartículas, fabricadas de outros materiais: o facto de que o ouro é inerte e tem pouca probabilidade de causar danos ao nosso organismo. Ainda assim, serão necessárias pesquisas para a verificação de sua toxicidade.

Com a nova técnica, as nanopartículas de ouro são produzidas a partir de sais de ouro, óleo de soja e água. "Tipicamente, um fabricante utiliza uma grande variedade de compostos químicos sintéticos ou feitos pelo homem para produzir as nanopartículas de ouro" explica Kattesh Katti, da Universidade do Missouri, nos Estados Unidos.

 

"Para fabricar os químicos necessários para esta produção, precisamos produzir outros químicos artificiais, criando um impacto ambientalmente negativo ainda maior. O nosso novo processo usa somente o que a natureza nos disponibiliza e utiliza-os para produzir uma tecnologia que já comprovou ter impactos de grande alcance na tecnologia e na medicina" conclui o pesquisador.

 

Nanopartículas de ouro são minúsculas porções de ouro, com dimensões abaixo dos 100 nanómetros. Os pesquisadores acreditam que elas virão a ser utilizadas na detecção do cancro e no seu tratamento, carregando medicamentos directamente até os tumores e evitando muitos dos efeitos colaterais das quimioterapias.

As nanopartículas também estão sendo utilizadas no fabrico de componentes eletrónicos de nova geração, no tratamento de doenças genéticas dos olhos e no desenvolvimento de novos catalisadores para automóveis.

Link do postPor Ventura, às 19:16  Comentar

15.1.08
Um juiz do Tribunal Federal da Austrália declarou hoje ilegal a caça de baleias na reserva marítima australiana na Antárctica, abrindo um precedente que impedirá empresas baleeiras japonesas de continuar aquela prática na região.

O magistrado australiano decidiu a favor da queixa apresentada em 2004 pelo grupo ambientalista Humane Society International contra a companhia baleeira japonesa Kyodo Senpaku Kaisha.

A organização não-governamental acusa a companhia nipónica de ter morto e ferido 1.253 baleias Minke (Balaenoptera bonaerensis) , nove baleias Fin (Balaenoptera physalus) e um número indeterminado de baleias Jubarte (Megaptera novaeangliae) no santuário marítimo declarado pela Austrália na Antárctica.

De acordo com a sentença proferida pelo Tribunal Federal australiano, a acção japonesa viola a Lei de Conservação da Biodiversidade e Protecção do Meio Ambiente da Austrália e, caso não seja suspensa, levará à extinção das populações de baleias na zona protegida.

O precedente pode levar a que o Governo australiano - um dos maiores críticos à caça de baleias - tome medidas mais drásticas para impedir que os baleeiros japoneses continuem a operar nessa região.

No entanto, o juiz do Tribunal Federal observou que os autores do crime não podem ser detidos fora do território australiano, pelo que o Governo precisa de obter a jurisdição (soberania legal) sobre o santuário marinho da Antárctica, criado em 2000 e não reconhecido por Tóquio.

Esta situação já chegou aos mais altos responsáveis políticos australianos, com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Stephen Smiths, a pedir «cautela com a sentença» para não perturbar as relações diplomáticas com o Japão.

Já o ministro do Ambiente, Peter Garrett, anunciou que apoiaria qualquer requerimento nos tribunais para impedir a caça.

Actualmente a Austrália está a acompanhar de perto a situação e a vigiar a frota pesqueira nipónica a partir do navio «Oceanic Viking», do Departamento de Alfândegas australiano, e através de meios aéreos que registam todas as ocorrências.

Por causa desta intervenção, o governo japonês já se viu obrigado a suspender a caça de 50 baleias corcundas (ou jubarte), que inicialmente tinha autorizado para este ano.

Também a organização ambientalista Greenpeace está presente no local para impedir que os baleeiros nipónicos capturem baleias na zona protegida da Antárctica.

Na segunda-feira, uma perseguição levada a cabo pela organização ambientalista obrigou uma frota baleeira japonesa, constituída por seis navios, a abandonar a área de caça.

O Japão anunciou que este ano que pretende caçar mais de 1.300 baleias, alegando que quer realizar «estudos científicos», o que, segundo os grupos ecologistas, não passa de uma forma encoberta para efectuar capturas comerciais.

Em declarações à agência de notícias espanhola EFE, a Agência de Pesca Japonesa referiu hoje que a decisão do juiz australiano «não é vinculativa», afirmando que a zona onde as frotas baleeiras nipónicas operam «estão sob jurisdição internacional».

A Comissão Baleeira Internacional pediu em Junho passado ao Japão que suspendesse o seu «programa científico», após uma resolução não vinculativa patrocinada pela Austrália, mas Tóquio continua a ignorar essa recomendação.

A Comissão mantém desde 1986 uma moratória sobre a caça de baleias com fins comerciais, apesar das pressões japonesas para permitir capturas em pequena escala.

A Noruega é o único país do mundo que permite a caça comercial de cetáceos, mas o Japão e a Islândia caçam mais de 2.000 baleias por ano com fins «científicos».

O Japão sempre defendeu o seu direito à caça, argumentando que o consumo de carne e produtos derivados da baleias faz parte da cultura japonesa. A carne de baleia é altamente valorizada pelos consumidores japoneses e alcança valores de mercado muito elevados.

Diário Digital / Lusa

11.1.08


As famílias da região oeste vão poder, a partir de agora, reciclar restos e outros resíduos biodegradáveis, como aparas de jardim. A Resioeste vai distribuir 3250 compostores domésticos, possibilitando a transformação desses resíduos em adubo orgânico, através do processo da compostagem.

A iniciativa, inserida no projecto «Compostar, outra forma de Reciclar», tem a missão de cumprir o objectivo de colocar em aterro até cerca de 40 por cento dos resíduos biodegradáveis urbanos produzidos na região.

É no âmbito desta acção que a Resioeste vai inaugurar amanhã o «Quintal do Raposinho», um centro pedagógico de compostagem que ficará instalado no centro de tratamento de resíduos do oeste. Neste espaço «grupos escolares e público em geral poderão aprender a contribuir para a protecção do ambiente com pequenos gestos do dia-a-dia», salienta a Resioeste em comunicado.

fonte: Portal Ambiente Online
Link do postPor Marta Santos, às 13:20  Ver comentários (2) Comentar

2.1.08
O parque Zoomarine está a testar um sistema pioneiro que usa algas para reciclar a água salgada dos aquários com animais marinhos, um projecto realizado em parceria com o Centro de Ciências do Mar do Algarve.

A técnica está por enquanto apenas a ser utilizada no tanque dos tubarões, mas o objectivo é estendê-la a todo o parque e exportar a ideia para outras estruturas do género, revelou à Lusa o director de Ciência e Educação do Zoomarine, Élio Vicente.

Além de evitar o desperdício de água e reduzir as despesas de transporte de água bombeada do mar, as algas que a filtram podem também servir de alimento ao manatim (Trichechus inunguis) e de fertilizante para os jardins.

Em vez de ser devolvida ao meio ambiente, a água é reciclada com a ajuda das algas e reutilizada, através do projecto-piloto que já tinha sido usado em aquacultura mas nunca aplicado a parques.

O arranque do projecto «Filtralgae» representou um investimento de 100 mil euros e resulta de uma parceria entre o Zoomarine, o Centro de Ciências do Mar do Algarve (CCMAR) e a Agência de Inovação.

A despesa mensal de transporte de água salgada para o tanque dos tubarões é de cerca de 500 euros, gasto que poderá desaparecer quando o sistema for implementado a 100 por cento, segundo Leonardo Mata, investigador do CCMAR.

Por mês, é possível renovar cerca de 50 metros cúbicos de água através das alfaces-do-mar - algas que estão a ser usadas neste momento embora haja outras com a mesma aplicação -, de acordo com Pedro Barroso, técnico do parque.

O objectivo é que no futuro todas as massas de água do Zoomarine - só o Delfinário (onde estão os golfinhos) tem 3,5 milhões de litros de água -, sejam parcial ou totalmente filtradas por algas.

«É uma técnica natural, que usa pouca energia e permite não estragar água», resume Élio Vicente, que realça ainda o facto do sistema servir como exemplo de boas práticas ambientais.

Fonte:Diário Digital / Lusa
Link do postPor Ventura, às 15:36  Comentar


Olá a todos! Aqui está um novo blog "verde" por sinal, aqui ficarão registados pequenos apontamentos acerca do nosso mundo natural, ecologia, ambiente, entre outros... O objectivo? Aprendermos todos um pouco mais. Esperemos que gostem!
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