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O Blog Verde

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Outrora, o rio Citarum, na Indonésia, foi um rio cristalino que servia de sustento a muitas famílias. Outrora, muitos pescadores lançavam as suas redes em busca de peixe, aves marítimas vinham aqui para se alimentarem com a abundância de peixe. Hoje só se pode ver uma abundância de lixo.
Hoje em dia, o rio está em crise, alimentado pela poluição de 9 milhões de pessoas e de centenas de fábricas que se instalaram junto ao curso do rio. Nos nossos dias nem se reconhece que ali está um rio, devido à enorme quantidade de lixo que bóia pela superfície da água. Mais parece um aterro sanitário.
Os que habitam ao longo do curso do rio, já não pescam. Na realidade pescam, mas lixo. Com muita sorte conseguem ganhar algum dinheiro por dia. Conseguem-no apanhando garrafas de plástico, luvas de borrachas e peças de madeira. Agora é mais lucrativo apanhar lixo do que peixe.
Como pôde o rio chegar a este ponto? É simples, a Indonésia não dispõem de um serviço de recolha de lixo, nem ETAR e assim todos os resíduos vão directos para o rio. O rio é um verdadeiro caixote do lixo das populações e das unidades fabris.
Poucos são os que ainda se lembram do antigo rio Citarum. Há vinte anos atrás, com a industrialização da Indonésia é que o rio se transformou no que é hoje. Felizmente, algumas partes do rio tornaram-se mais aceitáveis mas mesmo assim o rio continua com um futuro incerto.

  

 

   No âmbito das iniciativas ligadas à reciclagem de resíduos, a Quercus apresentou, na semana passada, o programa “Green Cork”, que visa a reciclagem de rolhas de cortiça. Estas serão trituradas e aproveitadas para o fabrico de outros produtos aglomerados (isolamentos, juntas de dilatação, pavimentos ou revestimentos) e os proveitos económicos que resultarem desta actividade serão usados para financiar o programa “Criar Bosques, Conservar a Biodiversidade”.

 

   Concebido pela Quercus, o programa “Green Cork” é desenvolvido em parceria com a Corticeira Amorim, a Biological e os hipermercados Continente. A iniciativa pretende atingir uma taxa de 30 por cento de reciclagem de rolhas de cortiça no prazo de 4 anos, contribuir para a sustentabilidade do sobreiro e, ainda, sensibilizar as pessoas para as vantagens ambientais dos produtos de cortiça.
   As rolhas recolhidas serão vendidas à Corticeira Amorim, que as reutilizará para a fabricação de outros produtos. Antes disso, o Continente e a Biological desempenharão um papel importante na sua recolha.

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