31.7.07
Link do postPor Marta Santos, às 22:09  Comentar

Cientistas de todo o mundo procuram uma tecnologia capaz de contrariar o aquecimento global. De acordo com o "The Guardian", já existem mesmo alguns modelos, com um pressuposto é simples: a construção de uma máquina capaz de purificar o dióxido de carbono do ar.

É caso para dizer se Maomé não vai à montanha vai a montanha a Maomé... Fartos de apelar à redução de CO2 os cientistas, concerteza com grandes contribuições financeiras de entidades poluidoras, tentam inverter os papéis e criar algo que tente minimizar o problema...

Sinceramente acho que estes progressos apesar de bons e importantes só vão mandar mais areia para os olhos de muita gente e incentivar a emissão de mais CO2, as pessoas, nomeadamente quem manda, vão achar "ah não faz mal, a máquina remove podemos emitir CO2 à vontade". Independentemente da construção, caso venha a acontecer deste género de dispositivos é importante lutar todos os dias para a redução de emissões de CO2

Esperemos que não se torne pior a emenda que o soneto...
Link do postPor Marta Santos, às 16:59  Comentar

O carro era um Renault 19, de 1988. Já não servia para nada e foi para a sucata que o seu proprietário o encaminhou, em Maio do ano passado. Recebeu 25 euros, assinou o documento para transferência do registo de propriedade e foi à sua vida. Até hoje o carro continua em seu nome. E agora o ex-proprietário arrisca-se a ter de pagar o novo imposto único de circulação (IUC) por tempo indeterminado, mesmo que o automóvel já nem sequer exista.

 

Atenção a todas as pessoas que tiveram carros em fim de vida certifiquem-se junto das autoridades competentes se esses veículos continuam em vosso nome, ao clicarem no excerto do artigo poderão ler a notícia completa e obter informações sobre o assunto.

Os veículos em fim de vida são um problema ambiental, na medida em que muitas vezes são enviados para sucatas ilegais onde se decompõem a céu aberto contaminando gravemente o ambiente...

A notícia despertou o meu interesse pois tenho noção que muitas pessoas que assinaram uma declaração de venda ao desfazerem-se do velho carro, mas que o carro continua em seu nome. Aconteceu neste mesmo ano com o meu pai, um carro já velho que ele vendeu à mais de 10 anos e assinou a respectiva declaração de venda ainda se encontra em seu nome e só o descobriu pois compramos o "selo" on-line e estava lá para espanto de todos. Esse carro com certeza que já foi abatido, não fazemos ideia onde pois vendido ainda em "vida" mas agora pode tornar-se um problema.
Link do postPor Marta Santos, às 16:52  Comentar

Esta semana e em sequência do post acerca do lince ibérico vou apresentar-vos a serra da Malcata, situada entre a Guarda e Castelo Branco, bem num interior do país. Infelizmente não tive muito tempo para fazer um trabalho como eu gosto com mais imagens e mais informação, mas infelizmente aliado à falta de tempo e excesso de calor, o que causa preguiça a minha net não ajudou nada pois estava constantemente a bloquear.




Paredes meias com Espanha, a Malcata é terra de horizontes, suavemente, ondulados sem qualquer acidente evidente a quebrar-lhe a forma. Nas vertentes mais sombrias ou em depressões mais profundas surgem bosquetes de carvalho e florescem giestas, medronheiros e urzes.


Nas encostas mais quentes, o azinhal coabita com o manto viscoso das estevas. As linhas de água são decoradas por galerias de amieiros, freixos e salgueiros. Aqui e além escondem-se aveleiras e cerejeiras-bravas, carquejas, folhados, castanheiros e sobreiros. Arborizações recentes e uniformes, assentam em pinheiro e eucalipto. A cota mais elevada situa-se no Alto da Machoca, com 1.078 metros

Terra de matagal mediterrânico, a Malcata é, também, terra de lince, o mamífero mais ameaçado no nosso território. Espécie em perigo de extinção segundo os Livros Vermelhos de Portugal, Espanha e da UICN; espécie estritamente protegida pela Convenção de Berna; espécie de interesse comunitário que requer a designação de zonas especiais de conservação exigindo uma protecção rigorosa de acordo com a Directiva Habitats da União Europeia; espécie cujo comércio está sujeito a estrita regulamentação pela Convenção Cites... Quiçá, bem escondido por entre a folhagem, o lince furta-se ao olhar fazendo-nos, inclusive, duvidar da sua própria presença.

Entretanto, esforços ingentes estão a ser feitos de modo a garantir a sua salvaguarda.



 

 

É uma zona rica em diversos habitats naturais como:

  • Florestas e matas (floresta com espécies de folha caduca;

  • floresta com espécies de folha persistente),

  • Matos (matos esclerófilos),

  • Zonas húmidas (águas paradas doces);

  • cursos de água; vegetação ribeirinha),

  • Áreas rochosas (falésias/fragas rochosas),

  • Zonas artificiais (terra arada; campos e pomares perenes; plantações florestais)






Fauna (ver mais
aqui):

Esta zona tem uma importante fauna onde se destaca o Lince Ibérico já acima referido entre outros mamíferos como o gato selvagem
O sítio tem importância para aves de rapina nidificantes, sendo um dos dois sítios conhecidos onde já se verificou a nidificação de Abutre-preto. E onde habitam um significativo número de aves em perigo.
A sua natureza permite a existência de um elevado número de répteis anfíbios e os seus cursos de água diversas espécies piscícolas.








Flora (ver mais aqui)

Na zona sul da serra, a exploração mais do que centenária do solo, provocando a sua erosão conduziu à substituição do sobro (Quercus suber) pelo azinho (Quercus rotundifolia), árvore menos exigente e melhor adaptado a solos pobres e pedregosos.
A rarefacção do sobreiro é evidente; a azinheira surge isoladamente ou em pequenos grupos, dispersa pelos matos, bem como em pequenos bosquetes localizados ao longo do rio Bazágueda e seus afluentes em locais de difícil acesso.
Nas regiões centro e norte da Reserva Natural a vegetação arbórea é dominada pelo carvalho negral ou carvalho pardo das Beiras (Quercus pyrenaica).

Os matos são o elemento dominante do coberto vegetal da Reserva Natural da Serra da Malcata apresentando aspectos distintos conforme aparecem em exposição setentrional ou meridional, em maior ou menor altitude ou consoante a composição florística das formações arbóreas que os originaram.


Ao longo das principais linhas de água - rios Bazágueda e Côa e ribeira da Meimoa - encontram-se bosques ripícolas de apreciável dimensão.

Como chegar (ver aqui)


 



 


 


Podem sempre consultar aqui os caminhos pedestres da zona para uma maior comunhão com a natureza.


Link do postPor Marta Santos, às 00:00  Comentar

Olá a todos! Aqui está um novo blog "verde" por sinal, aqui ficarão registados pequenos apontamentos acerca do nosso mundo natural, ecologia, ambiente, entre outros... O objectivo? Aprendermos todos um pouco mais. Esperemos que gostem!
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