17.7.07

A Beirambiente é um centro profissional de Desenvolvimento Sustentável e Eco-turismo que promove o Eco-Agro-Turismo e Educação Ambiental para crianças, permitindo alertá-las para um desenvolvimento sustentável baseado em atitudes conscientes em relação ao meio que as envolve.


O Eco-Agro-Turismo distribui os turistas em acomodações descentralizadas, apelando para a necessidade de estar em contacto com a Natureza, gerando, entretanto, um rendimento adicional aos agricultores e às comunidades rurais.
Assim, este turismo torna-se num recurso de rendimento que pode convencer a população local da importância da biodiversidade e da protecção ambiental.

O Eco Agro Turismo combina o turismo em acomodações sustentáveis com um cuidado pelo meio ambiente e o património social e cultural


Umas férias diferentes, longe do turismo de "massa".


No meio rural ainda há espaço, e locais diferentes para descobrir... Quintas, pequenas pensões e parques de campismo nas zonas mais bonitas de Portugal, oferecem alojamento ou locais de campismo.


Com uma tenda ou caravana ou em pequenas casas encontrar-se-á rodeado pela natureza. Pode gozar de amplas possibilidades de caminhar, andar de bicicleta, nadar numa lagoa, fazer canoagem no rio, ou andar a cavalo pela floresta. Ou ainda desfrutar da hospitalidade da população local e da vida rural.


Pode planear as suas férias alojando-se em diferentes quintas ou ficando num sítio só.

 

Mais informações no site da Beirambiente.

Link do postPor Daniela, às 23:05  Comentar

Segundo um relatório divulgado no dia 16 de Julho, pela organização ambientalista Greenpeace, mais de 6,4 milhões de toneladas de lixo, das quais 60 a 80% de plásticos, acabam no mar anualmente, no âmbito da campanha «Recuperemos o Mediterrâneo».

O estudo indica que 70% do lixo mundial encontra-se no fundo do mar, ameaçando várias espécies entre as quais tartarugas, cetáceos e focas.

«Estamos a afogar o mar em plásticos», declarou Mario Rodriguez, director de campanhas da Greenpeace em Espanha, que apresentou o relatório hoje em Barcelona, a bordo do Rainbow Warrior, citado pelo jornal El Mundo.

Ainda que tenham aumentado os gastos com a limpeza de praias e fundo do mar, o lixo continua a voltar insistentemente.

Dados da campanha 2006/2007 do programa Coastwatch Portugal revelaram que a presença de lixo, sobretudo garrafas e sacos de plástico, continua a ser problemática nas praias portuguesas, tendo sido contabilizados mais de 100 mil resíduos em 350 quilómetros de costa.

O Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA) estimava, em 2005, que existiam cerca de 13.000 fragmentos de plásticos por quilómetro quadrado nos oceanos.

O Mar Mediterrâneo Norocidental (zonas próximas das costas de Espanha, França e Itália) é a zona do planeta com mais detritos no fundo do mar: 1.935 unidades por quilómetro quadrado.

O Mar do Caraíbas, a costa indonésia, o Mar Celta (Irlanda), o Mar do Norte, o Golfo de Leão e o Golfo da Biscaia são outras zonas com grande acumulação de lixo.

Os impactos sobre as espécies marinhas são diversos e vão desde o aprisionamento de animais como tartarugas, focas e cetáceos nas redes de pesca, ingestão de plásticos ou introdução de espécies invasoras.

A bibliografia regista 267 espécies marinhas diferentes afectadas pelos plásticos, algumas das quais em perigo de extinção.

Por exemplo, um estudo realizado no Mediterrâneo espanhol demonstrou que 75% dos exemplares de tartaruga-boba (Caretta caretta) tinham ingerido plásticos. A ingestão destes detritos pode bloquear o tracto digestivo e impedir que os animais se alimentem correctamente até provocar a sua morte.

Cerca de 80% deste lixo tem origem em terra, através das redes de saneamento, actividades industriais e turismo costeiro.

Embalagens de comida e bebida, cigarros, brinquedos de praia, preservativos, seringas, redes e linhas de pesca, ou sacos de plástico são alguns dos resíduos que se encontram um pouco por todo o lado, refere o estudo da Greenpeace.

Diário Digital / Lusa

Noticia retirada daqui


Esta semana deixo-vos com o parque Natural do Sudoeste alentejano e Costa Vicentina que se localiza no sul do país como se pode ver no mapa:



Escolhi este destino visto que estamos em época de férias e muitas pessoas aproveitam para se dirigir ao sul do país, Algarve, e assim sendo podem fazer uma paragem no caminho e descobrir este local.

Uma pequena descrição do local:

Faixa litoral marginada por um planalto costeiro com falésias abruptas e muito recortadas que escondem pequenas praias de areia.

Acrescentem-se troços de arriba baixa, cordões dunares, um infindável cortejo de ilhotas e recifes, a ilha do Pessegueiro, o estuário do Mira, o cabo Sardão, o promontório de Sagres... Os xistos de Arrifana e Odeceixe e os calcários de Sagres contrastam com sistemas dunares tão diversos quanto os de Milfontes ou do Sardão. Há um estranho recife de coral na Carrapateira.

As plantas lutam contra a rudeza do solo e a franca exposição aos ventos e à salinidade marinha. Abundam os endemismos botânicos nomeadamente nas zonas de Sagres - São Vicente e Carrapateira. Há trechos bem conservados de vegetação dunar, um ou outro sapal e bosquetes de sobreiro e medronheiro em barrancos menos acessíveis.

Nas falésias poisam Corvos-marinhos e Pombos-da-rocha. As cegonhas e as garças levam o inédito ao ponto de erguerem ninhos em rochedos em pleno mar. Este litoral é ainda importante corredor migratório para numerosos passeriformes, limícolas, aves de presa e aves marinhas. Há populações costeiras de Lontra adaptadas à vida marinha e abundância de peixe.

Dizer Sudoeste é também falar em vestígios pré-históricos, testemunhos fenícios, árabes e romanos bem como construções defensivas de séculos mais recentes. Pequenos aglomerados dispersos fazem o presente, poiso de homens do campo, não raro, ligados ao mar. Aos que lá vivem juntam-se, cada vez mais, os que lá vão, atraídos por paisagens mais próximas da ideia que muitos se fazem do natural.

Para não massar com demasiada informação num só post aqui ficam alguns links para os interessados:

Como chegar

centros de informação

Património cultural

Fauna

Para além desta podem encontar ainda putras informações aqui  e aqui

Fiquem com algumas fotos:


um réptil do parque



Uma praia da costa vicentina


Mais uma foto duma praia


Uma espécie vegetal típica da região


Uma lontra


Fortaleza de Sagres



Um excelente sítio para conjugar muito do que a natureza tem de melhor, praia, campo e cultura. Um bom local para as férias de Verão e comunhão com a natureza
Link do postPor Marta Santos, às 10:28  Ver comentários (3) Comentar

Não havendo tempo para inserir n´O Blog Verde um artigo sobre Fauna & Flora como está na agenda deixo aqui um artigo, feito por mim no blog Ao Sabor da Maré.

 

"Através do site da SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves), tive conhecimento que, em Portugal, "ocorrem regularmente cerca de 330 espécies de aves, distribuídas pelo continente e ilhas, e pelos mais variados habitats". Através desta premissa decidi criar um post em que, diariamente, colocarei uma foto das várias espécies (com as devidas informações de cada uma) que habitam, ou que apenas por cá passam devido a rotas de migração. Esta acção tem como objectivo mostrar a todos os leitores deste blog, o tesouro que possuimos no nosso território, mas que não damos conta. Deste modo espero também sensibilizar as pessoas a preservarem os habitats destes animais (e de muitos outros), garantindo assim a sua segurança e a sua preservação para as futuras gerações. Espero que gostem...

 

Para este primeiro post escolhi uma das minhas aves favoritas:

Nome comum: Pintassilgo

Nome Científico: Carduelis Carduelis

Nome em inglês: European Goldfinch

O pintassilgo é uma ave inconfundivel. Possui uma coroa vermelha, branca e preta. A parte superior do corpo é castanha, mas com as asas pretas e amarelo brilhante. Tem a garganta vermelha, o abdómen branco e o peito castanho-claro. Alimenta-se sobretudo de sementes, selvagens ou cultivadas. O seu periodo de nidificação situa-se entre Abril e Maio, e em cada uma das posturas (normalmente duas) põe entre quatro e sete ovos azuis com manchas escuras, incubados pela fêmea durante 13/15 dias. Distribui-se pela Europa, Ásia Central e Ocidental e África Setentrional. Mede entre 12 e 15 cm e pesa aproximadamente 20g. Não é facil detectar as diferenças entre os dois sexos, embora os machos possuam um bico mais longo e a coroa vermelha mais prolongada. Tanto os machos como as fémeas são bons cantores."


Olá a todos! Aqui está um novo blog "verde" por sinal, aqui ficarão registados pequenos apontamentos acerca do nosso mundo natural, ecologia, ambiente, entre outros... O objectivo? Aprendermos todos um pouco mais. Esperemos que gostem!
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