1.10.08

Milhares de imagens de manuscritos, desenhos, livros antigos e fotografias, mais de duas mil cartas de Botânicos portugueses e estrangeiros dos séculos XIX e XX e um filme inédito de uma missão académica a Angola, guardados no Departamento de Botânica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), estão disponíveis a partir esta terça-feira na Internet, na Biblioteca Digital de Botânica.


A coordenadora do projecto e presidente do Departamento de Botânica, Helena Freitas, destaca alguns "tesouros científicos": "um manuscrito único com cerca de 300 anos, do importante botânico francês Tournefort (W), ainda não publicado, e um filme inédito realizado pelo antigo Reitor da Universidade de Coimbra, Maximino Correia, no princípio do século XX".


O site da Biblioteca Digital de Botânica permite agora percorrer cerca de 2500 títulos, fazer o download integral de livros ou folhetos. Estará disponível também o acesso ao texto integral do Boletim da Sociedade Broteriana, importante publicação periódica das Ciências Naturais portuguesas.

 

Helena Freitas afirma que a Biblioteca Digital se insere "numa estratégia global de disponibilizar, de forma gratuita, à Comunidade Científica e ao Publico em geral, de todo o mundo, a consulta livre do nosso acervo Botânico".


"A Biblioteca Digital permite a navegação nas colecções e dentro de cada documento. Por exemplo, os nomes científicos das várias espécies, géneros e famílias de plantas ou fungos, têm links para as correspondentes exemplares do Herbário on-line, ficando disponíveis numa única interface", esclarece.


A consulta é de acesso livre e será possível através da página http://bibdigital.bot.uc.pt.

(fonte)

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30.9.08

Nos próximos dias 16 e 17 de Outubro, cerca de 1500 crianças do ensino básico do Conselho de Cascais, vão poder assistir no Centro de Congressos do Estoril ao musical “Planeta da Energia”.

Criado de origem para crianças dos 6 aos 12 anos, a peça de teatro musical da autoria de Dora Gafenho (engenheira do ambiente) e Victor Palma (professor de música) tem uma forma divertida e pedagógica de despertar e motivar o público infantil para as questões ambientais.

Aprendem a distinguir o que são as energias renováveis e não renováveis e aprendem a identificar as energias alternativas com palavras esquisitas, como Fotovoltaica, Eólica, Hídrica, Biomassa, Biodíesel, enfim… coisas que nem os pais sabem explicar bem.

Ao promover as Jornadas da Energia 2008 (site) a Agência Cascais Energia pretende criar um espaço de troca de ideias inspirador, informativo e inovador, onde adultos e crianças terão oportunidade de, lado a lado, trabalhar a sustentabilidade energética, a partir de diversos prismas e sempre com especial ênfase na procura e partilha de soluções.

 

Para além desta e de outras acções de educação ambiental, as Jornadas da Energia contam ainda com uma exposição de tecnologia e equipamentos e têm como eixo principal a Conferência Internacional “Sustentabilidade Energética: O desafio do Século” em que participam 29 oradores de prestígio nacional e internacional.

 

Um agradecimento especial à Isa Almeida pela informação deste evento!

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15.1.08
Um juiz do Tribunal Federal da Austrália declarou hoje ilegal a caça de baleias na reserva marítima australiana na Antárctica, abrindo um precedente que impedirá empresas baleeiras japonesas de continuar aquela prática na região.

O magistrado australiano decidiu a favor da queixa apresentada em 2004 pelo grupo ambientalista Humane Society International contra a companhia baleeira japonesa Kyodo Senpaku Kaisha.

A organização não-governamental acusa a companhia nipónica de ter morto e ferido 1.253 baleias Minke (Balaenoptera bonaerensis) , nove baleias Fin (Balaenoptera physalus) e um número indeterminado de baleias Jubarte (Megaptera novaeangliae) no santuário marítimo declarado pela Austrália na Antárctica.

De acordo com a sentença proferida pelo Tribunal Federal australiano, a acção japonesa viola a Lei de Conservação da Biodiversidade e Protecção do Meio Ambiente da Austrália e, caso não seja suspensa, levará à extinção das populações de baleias na zona protegida.

O precedente pode levar a que o Governo australiano - um dos maiores críticos à caça de baleias - tome medidas mais drásticas para impedir que os baleeiros japoneses continuem a operar nessa região.

No entanto, o juiz do Tribunal Federal observou que os autores do crime não podem ser detidos fora do território australiano, pelo que o Governo precisa de obter a jurisdição (soberania legal) sobre o santuário marinho da Antárctica, criado em 2000 e não reconhecido por Tóquio.

Esta situação já chegou aos mais altos responsáveis políticos australianos, com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Stephen Smiths, a pedir «cautela com a sentença» para não perturbar as relações diplomáticas com o Japão.

Já o ministro do Ambiente, Peter Garrett, anunciou que apoiaria qualquer requerimento nos tribunais para impedir a caça.

Actualmente a Austrália está a acompanhar de perto a situação e a vigiar a frota pesqueira nipónica a partir do navio «Oceanic Viking», do Departamento de Alfândegas australiano, e através de meios aéreos que registam todas as ocorrências.

Por causa desta intervenção, o governo japonês já se viu obrigado a suspender a caça de 50 baleias corcundas (ou jubarte), que inicialmente tinha autorizado para este ano.

Também a organização ambientalista Greenpeace está presente no local para impedir que os baleeiros nipónicos capturem baleias na zona protegida da Antárctica.

Na segunda-feira, uma perseguição levada a cabo pela organização ambientalista obrigou uma frota baleeira japonesa, constituída por seis navios, a abandonar a área de caça.

O Japão anunciou que este ano que pretende caçar mais de 1.300 baleias, alegando que quer realizar «estudos científicos», o que, segundo os grupos ecologistas, não passa de uma forma encoberta para efectuar capturas comerciais.

Em declarações à agência de notícias espanhola EFE, a Agência de Pesca Japonesa referiu hoje que a decisão do juiz australiano «não é vinculativa», afirmando que a zona onde as frotas baleeiras nipónicas operam «estão sob jurisdição internacional».

A Comissão Baleeira Internacional pediu em Junho passado ao Japão que suspendesse o seu «programa científico», após uma resolução não vinculativa patrocinada pela Austrália, mas Tóquio continua a ignorar essa recomendação.

A Comissão mantém desde 1986 uma moratória sobre a caça de baleias com fins comerciais, apesar das pressões japonesas para permitir capturas em pequena escala.

A Noruega é o único país do mundo que permite a caça comercial de cetáceos, mas o Japão e a Islândia caçam mais de 2.000 baleias por ano com fins «científicos».

O Japão sempre defendeu o seu direito à caça, argumentando que o consumo de carne e produtos derivados da baleias faz parte da cultura japonesa. A carne de baleia é altamente valorizada pelos consumidores japoneses e alcança valores de mercado muito elevados.

Diário Digital / Lusa

21.10.07
A quantidade de dióxido de carbono que os oceanos absorvem tem estado a diminuir nos últimos 10 anos, o que pode acelerar o efeito de estufa, segundo um estudo da Universidade de Ânglia Oriental (Inglaterra).

Os investigadores analisaram a absorção de CO2. Ao todo realizaram 90 mil medições em navios mercantes no Atlântico Norte, entre meados dos anos 1990 e 2005. Os dados mostram uma redução pela metade do CO2 absorvido pela massa oceânica.

Segundo os autores do estudo, publicado no Journal of Geographysical Research, os resultados são ao mesmo tempo surpreendentes e inquietantes. Indicam que com o tempo o oceano pode ficar saturado com as emissões de CO2, produto da actividade humana.

Os investigadores não puderam estabelecer por enquanto se a menor absorção de CO2 pelos oceanos é consequência directa das alterações climáticas ou um fenómeno natural.
Noticia retirada d´aqui...
Link do postPor Ventura, às 17:12  Comentar

25.9.07

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, deverá pedir hoje aos líderes mundiais que assumam as suas responsabilidades no aquecimento global, para sair do impasse que ameaça a próxima conferência mundial sobre alterações climáticas em Bali.

Ban Ki-Moon preside hoje a uma reunião sem precedentes sobre as alterações climáticas na sede da organição das Nações Unidas, que conta com a participação de cerca de 150 países, 80 dos quais representados ao mais alto nível.

O primeiro-ministro português, José Sócrates, vai discursar enquanto presidente da União Europeia num dos painéis temáticos da reunião (mitigação e medidas para reduzir a poluição ambiental), devendo propor um conjunto de acções a adoptar pelos países no final do Protocolo de Quioto, em 2012.

O encontro, que acontece na véspera da 62ª sessão da Assembleia Geral da ONU, intitula-se «O futuro nas nossas mãos: respondendo aos desafios das alterações climáticas».

O governador da Califórnia e antiga estrela de cinema, Arnold Schwarzenegger, que lidera a luta contra o aquecimento global entre os 50 estados norte-americanos, também vai discursar, ao contrário do presidente George W. Bush, que não participa nas reuniões.

Espera-se igualmente a participação de outras personalidades mundiais, como a chanceler alemã, Angela Merkel, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e o ex-vice-presidente norte-americano e defensor da luta contra o aquecimento global Al Gore.

Os países europeus, que lideram os Estados industrializados a nível dos compromissos assumidos para reduzir as emissões poluentes, deverão apelar a um acordo global com o objectivo de se atingirem progressos reais na conferência de Bali (3 a 14 de Dezembro).

Nesta conferência deverá ser lançado um calendário de negociações que conduzam, no final de 2009, a um acordo para acelerar e acentuar a redução das emissões de gases com efeito de estufa.

Depois da sua ratificação, que deve demorar dois anos, o acordo sucederá à primeira fase de cumprimento do Protocolo de Quioto que termina em 2012.

O tratado tem sido discutido desde 2001, quando os Estados Unidos da América, os maiores poluidores do mundo, anunciaram que não iriam ratificá-lo.

O presidente George W. Bush tem sido um opositor dos constrangimentos impostos pelas metas de Quioto e advoga a adopção de medidas voluntárias, apoiadas pela transferência de tecnologias.

Os ambientalistas consideram, no entanto, que esta posição é uma estratégia para atrasar o processo de Quioto e dividir os seus apoiantes, lançando a ideia de uma solução alternativa menos limitativa.

O encontro de Nova Iorque desenrola-se em quatro sessões paralelas: adaptação ao aquecimento global, atenuação das emissões de gases com efeitos de estufa, tecnologia e financiamento.

Ban Ki-Moon vai apresentar as conclusões no final do dia, que termina com um jantar com os representantes dos países mais poluentes, incluindo George W. Bush.

Quinta e sexta-feira, a secretária de Estado norte-americana Condoleeza Rice recebe, em Washington, os 16 países mais poluidores do mundo, bem como representantes da União Europeia e da ONU.

No seu conjunto, estas economias representam cerca de 90 por cento das emissões mundiais.

Diário Digital / Lusa

Link do postPor Ventura, às 19:12  Comentar

27.8.07

Um grupo de turistas teve a desagradável surpresa de assistir à arpoagem, por pescadores nipónicos, de uma baleia que tinham acabado de observar ao largo da ilha de Hokkaido (norte do Japão), escreve hoje o diário Mainichi Shimbun.

As duas dezenas de turistas, entre os quais estrangeiros, viajavam numa embarcação de observação na esperança de ver cetáceos no mar de Okhotsk e de facto viram uma baleia no estreito de Baird, mas esta estava a ser arpoada por um um navio baleeiro.

Segundo o jornal, vários turistas sentiram-se nauseados perante o sangrento espectáculo e as crianças entraram em choque.

A baleia de Baird (Berardius bairdii), contudo, não é considerada uma espécie ameaçada, de acordo com o jornal Mainichi Shimbun.

As saídas para o mar para observar cetáceos tornou-se uma indústria em plena expansão em Hokkaido e noutros lugares do Japão, mas esta actividade dificilmente se conjuga com a tradição nipónica da caça à baleia.

O Japão contorna todos os anos a moratória internacional em vigor desde 1986 pescando um milhar de baleias para fins «científicos», o que lhe vale sistemáticas criticas das associações ecologistas anglo-saxónicas.

O governo japonês esforça-se por defender a práctica de caça à baleia, que considera como fazendo parte das tradições culturais e culinárias nacionais.

Diário Digital / Lusa

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11.8.07

A taxa de desflorestação da Amazónia caiu 25,3 por cento entre Agosto de 2005 e Julho de 2006, tendo sido devastados 14.039 quilómetros quadrados de floresta, equivalente a 15 por cento do território português, divulgou hoje (10 de Agosto) o governo brasileiro.

Foi a segunda diminuição consecutiva da desflorestação da Amazónia, já que entre 2004 e 2005 se registou uma redução de 31 por cento, com uma área devastada de 18.790 quilómetros quadrados.

"Isso mostra que antes havia uma tendência de crescimento e que agora está a cair significativamente", afirmou o presidente do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe), Gilberto Câmara.

A área desflorestada de 2005 a 2006 é maior, entretanto, do que a estimativa do governo divulgada em Outubro pelo governo, que era de 13.100 quilómetros quadrados.

De acordo com o levantamento, 80 por cento da desflorestação da Amazónia ocorreu em apenas três dos nove Estados da Amazónia brasileira - Pará, Mato Grosso e Rondónia - mas verificou-se também aumento da devastação no Amazonas.

A região amazónica brasileira é uma das mais ricas do mundo em biodiversidade e ocupa uma área de 4,1 milhões de quilómetros quadrados, abrangendo os Estados do Amazonas, Pará, Acre, Rondônia, Roraima, Amapá e partes do Mato Grosso, Tocantins e do Maranhão.

O plano brasileiro de Prevenção e Controlo da Desflorestação da Amazónia foi lançado em 2004 e reúne 13 ministérios na implementação de medidas para a região, com foco no desenvolvimento sustentável e no combate a crimes ambientais.

(Lusa)



Olá a todos! Aqui está um novo blog "verde" por sinal, aqui ficarão registados pequenos apontamentos acerca do nosso mundo natural, ecologia, ambiente, entre outros... O objectivo? Aprendermos todos um pouco mais. Esperemos que gostem!
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