19.9.08

A Universidade do Algarve (UAlg) volta a responder ao repto lançado anualmente pela Organização Marítima Internacional (OMI) para celebrar o Dia Mundial do Mar (25 de Setembro) e organiza de 25 a 28 de Setembro a II Semana pelo Mar.

Com o programa de comemorações, que se relaciona com a temática dos Transportes Marítimos, a Universidade do Algarve pretende envolver toda a comunidade na protecção e preservação do ambiente, consciencializando-a relativamente à importância dos oceanos e das zonas costeiras. Através desta iniciativa, que é coordenada em Portugal pelo Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM), em articulação com outras entidades intervenientes nas áreas da segurança marítima e preservação do meio marinho, a UAlg pretende ainda aproximar os jovens em idade escolar da realidade marítima (estuarina, lagunar, costeira e fluvial) que lhe é próxima, facultando-lhes uma percepção integrada dos seus valores e dos riscos que ameaçam a sua preservação e sobrevivência futuras.

Com uma tenda situada no Jardim Pescador Olhanense, na cidade de Olhão, a II Semana pelo Mar conta ainda com várias outras iniciativas programadas, como um concurso de graffitis e uma exposição de barcos miniaturas. Este ano o ponto alto do evento será um concurso de construção de embarcações, cujo objectivo é conceber e construir uma embarcação que deverá efectuar um percurso pré-definido num plano de água com pelo menos uma pessoa a bordo.
É importante estabelecer uma ligação entre a comunidade algarvia e a Universidade do Algarve num domínio tão relevante para ambos como o Mar”, explica a Prof.ª Cristina Veiga Pires, responsável pela Comissão Organizadora do evento. “A Semana pelo Mar aproveita o Dia Mundial do Mar para mostrar que o Mar é um sistema complexo: para alguns o Mar é um local de lazer, para outros uma fonte de inspiração ou de rendimento, para outros ainda um mundo para descobrir, representando cerca de 2/3 da superfície do planeta”, explica a docente.
A 1ª edição da Semana pelo Mar, em 2007, salientou os desafios ambientais que enfrentam os oceanos. Nesta 2ª edição irá desenvolver-se o tema dos transportes marítimos que, quer histórica quer culturalmente, sempre tiveram um papel importante na comunicação e nas relações mundiais.
Mais informações aqui...


1.5.08

(Clica na imagem para acederes ao programa dos seminários)


13.11.07

Não param de chegar balanços das consequências da tempestade que assolou o mar de Azov e mar Negre.

 


 

Cerca de duas mil toneladas de fuelóleo foram derramadas no mar no estreito de Kerch, onde domingo naufragaram quatro navios, declarou hoje um funcionário do Ministério para Situações de Emergência russo.

 

De acordo com o mesmo funcionário, o combustível afectou já dois lugares na costa. Um, nos arredores da aldeia Ilitch, onde a mancha petrolífera se estende por 800 metros, e outro, ao largo da língua de areia de Tuzla.

 

Mais de 600 pessoas, entre eles socorristas, funcionários dos serviços municipais e cadetes, participam na operação de limpeza no litoral, mas o mau tempo continua a dificultar os trabalhos.

 

O Ministério para Situações de Emergência da Rússia prevê para hoje um agravamento do estado do tempo e do mar, com rajadas de ventos até 170 quilómetros por hora e ondas até quatro metros, não excluindo a possibilidade de "situações críticas ligadas a estragos nos navios que se encontram no mar alto e nos portos, bem como a danos nos cais de protecção dos portos".

 

Para evitar que a mancha de petróleo entre no Mar de Azov, as autoridades decidiram instalar uma barreira especial no estreito de Kerch.

 

"A barreira será instalada entre o cabo de Tuzla, na Península de Taman na Rússia e a ilha ucraniana de Tuzla", declarou Tatiana Kobzarenko, dos serviços de emergência russos, precisando que a distância entre o cabo e a ilha é de cerca de dez quilómetros.

 

A contaminação causou "um prejuízo colossal aos recursos piscícolas" do estreito de Kerch, local de migração entre os mares Negro e de Azov para várias espécies raras, advertiu a organização não governamental russa "Guarda Ecológica para o Cáucaso do Norte".

 

Esta zona é o habitat do golfinho mular (Tursiops Truncatus), incluído no Livro Vermelho de espécies protegidas a nível nacional e internacional, de acordo com um comunicado publicado pela organização.

 

Os ecologistas afirmaram que nos portos locais não há equipamentos técnicos para recolher o combustível derramado e que alguns dos navios afundados, como o "Volgoneft-139", não estavam preparados para a navegação durante um temporal.

 

Quanto ao enxofre, não era transportado em contentores herméticos, como afirmaram as autoridades, mas "a granel dentro dos porões" dos cargueiros que se afundaram,

disseram.

 

O chefe adjunto do Serviço Federal de Protecção da Natureza (Rosprirodnadzor), Oleg Mitvol, admitiu o risco de chuvas ácidas na zona do estreito de Kerch.

 

"As chuvas ácidas poderão estar ligadas à grande quantidade de enxofre que caiu ao mar", declarou Mitvol.

Sapo Notícias / Lusa

Link do postPor AndréV, às 11:51  Comentar

11.11.07

Petroleiro russo parte-se ao meio e derrama toneladas de combustível no mar Negro.

Um petroleiro russo que transportava quatro mil toneladas de fuelóleo naufragou hoje à entrada do porto de Kavkaz , junto ao estreito de Kerch , que liga os mares de Azov e Negro, informou o Ministério das Situações de Emergência russo. Horas depois um navio que transportava enxofre afundou-se no mesmo porto de Kavkaz . Há ainda um terceiro em risco de naufragar.  

 

"O derramamento de petróleo é um grande problema, mas é ainda mais grave a carga de enxofre que se afundou. A dimensão do prejuízo ecológico depende das operações do Ministério para as Situações de Emergência, mas, em qualquer dos casos, trata-se de uma séria catástrofe ecológica".

 

NOTA [18:30] - Sobe para 5 os navios afundados.
Link do postPor AndréV, às 12:05  Comentar

17.7.07
Segundo um relatório divulgado no dia 16 de Julho, pela organização ambientalista Greenpeace, mais de 6,4 milhões de toneladas de lixo, das quais 60 a 80% de plásticos, acabam no mar anualmente, no âmbito da campanha «Recuperemos o Mediterrâneo».

O estudo indica que 70% do lixo mundial encontra-se no fundo do mar, ameaçando várias espécies entre as quais tartarugas, cetáceos e focas.

«Estamos a afogar o mar em plásticos», declarou Mario Rodriguez, director de campanhas da Greenpeace em Espanha, que apresentou o relatório hoje em Barcelona, a bordo do Rainbow Warrior, citado pelo jornal El Mundo.

Ainda que tenham aumentado os gastos com a limpeza de praias e fundo do mar, o lixo continua a voltar insistentemente.

Dados da campanha 2006/2007 do programa Coastwatch Portugal revelaram que a presença de lixo, sobretudo garrafas e sacos de plástico, continua a ser problemática nas praias portuguesas, tendo sido contabilizados mais de 100 mil resíduos em 350 quilómetros de costa.

O Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA) estimava, em 2005, que existiam cerca de 13.000 fragmentos de plásticos por quilómetro quadrado nos oceanos.

O Mar Mediterrâneo Norocidental (zonas próximas das costas de Espanha, França e Itália) é a zona do planeta com mais detritos no fundo do mar: 1.935 unidades por quilómetro quadrado.

O Mar do Caraíbas, a costa indonésia, o Mar Celta (Irlanda), o Mar do Norte, o Golfo de Leão e o Golfo da Biscaia são outras zonas com grande acumulação de lixo.

Os impactos sobre as espécies marinhas são diversos e vão desde o aprisionamento de animais como tartarugas, focas e cetáceos nas redes de pesca, ingestão de plásticos ou introdução de espécies invasoras.

A bibliografia regista 267 espécies marinhas diferentes afectadas pelos plásticos, algumas das quais em perigo de extinção.

Por exemplo, um estudo realizado no Mediterrâneo espanhol demonstrou que 75% dos exemplares de tartaruga-boba (Caretta caretta) tinham ingerido plásticos. A ingestão destes detritos pode bloquear o tracto digestivo e impedir que os animais se alimentem correctamente até provocar a sua morte.

Cerca de 80% deste lixo tem origem em terra, através das redes de saneamento, actividades industriais e turismo costeiro.

Embalagens de comida e bebida, cigarros, brinquedos de praia, preservativos, seringas, redes e linhas de pesca, ou sacos de plástico são alguns dos resíduos que se encontram um pouco por todo o lado, refere o estudo da Greenpeace.

Diário Digital / Lusa

Noticia retirada daqui


25.6.07


Uma equipa de cientistas norte-americanos que procurava conhecer o impacto dos icebergues que flutuam no mar de Weddell no ambiente marinho descobriu que estes blocos de gelo são "hotspots" ecológicos, que permitem às águas que os circundam absorver um volume maior de dióxido de carbono.

 
 

Segundo o resultado da investigação, que decorreu em Dezembro de 2005 e que foi publicado na revista online "Science Express", os minerais libertados no degelo desencadeiam explosões de fitoplancton — plantas microscópicas que absorvem dióxido de carbono (CO2).

Devido ao sobreaquecimento do planeta, o número de icebergues nas águas em redor da Antártida tem aumentado nas últimas décadas.

"Obtivemos uma imagem de satélite que abrangeu cerca de onze mil quilómetros quadrados" e que contou mil icebergues naquela área, explicou à BBC Ken Smith, oceanógrafo do Monterey Bay Aquarium Research Institute, na Califórnia.

A equipa focou as investigações em dois icebergues — um com dois quilómetros por meio quilómetro e outro com 21 quilómetros por cinco quilómetros.

Os cientistas recolheram amostras da água perto dos blocos de gelo, num raio de nove quilómetros, e encontraram um "enriquecimento substancial" de minerais, fitoplancton, krill e aves marinhas até aos 3,7 quilómetros de distância, em relação às áreas sem icebergues.

Smith disse que esta investigação será aprofundada no próximo ano. "Vamos voltar lá e ver até que ponto os icebergues mais pequenos são importantes e se também eles estão associados a um enriquecimento das águas que os envolvem".


in  ecosfera - Publico



Quase que estão a dizer que o aquecimento global é bom. Pois caso contrário não haveria tantos icebergues em redor da antártida, por outro lado é um alerta, porque caso os icebergues desapareçam a absorção de CO2 pelo mar será menor.
O Verde espera que a notícia seja interpertada de forma correcta.
Link do postPor Marta Santos, às 13:19  Ver comentários (5) Comentar

14.6.07

 

 

A energia das marés é a energia cinética (movimento) da água do mar, provocada pela subida e descida das marés. Existem por dia duas marés-altas e duas marés-baixas .

 

Estas marés são o resultado do movimento da Lua em torno da Terra e sofrem também a influencia do movimento da Terra em torno do Sol.

 

Este tipo de energia é  aproveitado há já muito tempo, um exemplo deste aproveitamento são os famosos moinhos de maré do concelho de Almada que aproveitando este "vaivém" diário da água do Estuário do Rio Tejo moíam cereais.

 

Esta energia é obtida através de barragens construídas em áreas costeiras "afectadas" por marés.

As barragens bloqueiam e controlam o movimento das marés, que vão accionar turbinas especiais, que retêm a água que entra na maré-alta, libertando-a mais tarde, na maré baixa.

  

Principais vantagens e desvantagens:

As principais vantagens deste tipo de energia é o facto de ser uma energia renovavel (não se esgota), não ser poluente e causar pouco impacte ambiental.

A desvantagem de utilizar a energia das marés na obtenção de energia é que o fornecimento não ser continuo apresentado assim baixo rendimento.

 

Como já foi referido, em Portugal existe aproveitamento de energia a partir da energia das marés. Moinhos de maré foram sendo construidos em Portugal a partir do seculo XIII, estando situados por quase todo o país, do Minho ao Algarve, na desembucadura dos rios, estuários e em rias.

 


 

Atenção eu_a_marta apenas alterei as tags associadas ao post, todo ele foi escrito pela Daniela. Obrigado

sinto-me: ... (com sono ...)
música: Question of love - The Gift


Olá a todos! Aqui está um novo blog "verde" por sinal, aqui ficarão registados pequenos apontamentos acerca do nosso mundo natural, ecologia, ambiente, entre outros... O objectivo? Aprendermos todos um pouco mais. Esperemos que gostem!
Pesquisar no Verde
 
Maio 2012
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11

13
14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25
26

27
28
29
30
31


Semana no Verde

2ª feira - Fauna & Flora
ver
3ª - Locais Verdes
ver
4ª - Conselhos Verdes
ver
5ª feira - Imagem Verde da Semana
ver
6ª feira - Blog/Associação Verde da Semana
ver
www.greenpeace.pt
Contactar o Verde
Se tiver algo a dizer sobre o Verde, não hesite em contactar-lo. A sua opinião será sempre útil e bem vinda. Os contactos são: daniela_urbano1@hotmail.com andre.f.veiga@gmail.com
Comentários Recentes
Obliglado devem ser estabelecidas regras têm siste...
Se ao invés disso eles eram animais que serão bloq...
Olá, parabéns pelo blog!Conte conosco para dicas e...
Posts mais Comentados
subscrever feeds
blogs SAPO