22.10.08

A Greenpeace lançou o aviso que se não forem tomadas medidas drásticas o mais rapidamente possível para impedir a desflorestação na Indonésia, as suas florestas poderão desaparecer dentro de 10 anos.

(© 2008 National Geographic)

Link do postPor Ventura, às 09:40  Comentar

26.7.08

 

O que é a lista vermelha de peixes?

A lista de peixes da Greenpeace para Portugal é uma lista de espécies que são vendidas nos supermercados portugueses e que correm sérios riscos de serem provenientes de pescas ou viveiros insustentáveis.

 

 

 

 

A Greenpeace lançou a lista vermelha dos peixes ameaçados que estão a ser comercializados em Portugal. Entre os peixes da lista está o bacalhau do Atlântico, o atum e o camarão tropical, para citar apenas alguns, e a Greenpeace saiu à rua para informar a população portuguesa sobre os riscos do consumo insustentável desses peixes, alertando para o fato de que, para continuarmos a poder comer peixe no futuro, é preciso agir hoje!

A Greenpeace, juntamente com alguns cientistas, desenvolveu uma metodologia para avaliar o estado da exploração da maioria dos viveiros, além dos métodos empregados na pesca ou na produção de peixes, considerando também os métodos destrutivos de pesca.

 

 

Fonte: Greenpeace Portugal

 

 

Para mais informações, consultem o site da greenpeace ou sigam os links do post!

E não se esqueçam, divulguem e colaborem.

 

 

 


 

Não sei se repararam, mas há imenso tempo que não posto por estes lados.

Fi-lo hoje e espero continuar a faze-lo como fazia!


16.5.08

 

  

A Greenpeace é uma organização não-governamental com sede em Amesterdão (Países Baixos) e escritórios espalhados por quarenta e um países. 

Actua internacionalmente em questões relacionadas à preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável, com campanhas dedicadas às áreas de florestas, clima, nuclear, oceanos, engenharia genética, substâncias tóxicas e energia renovável. 

 

A organização, criada em 1971 no Canadá por imigrantes americanos, é financiada com dinheiro de pessoas físicas apenas, não aceitando recursos de governos ou empresas. Tem actualmente cerca de três milhões de colaboradores em todo o mundo que doam quantias mensais que variam de acordo com o país. Recebe ainda doações de equipamentos e outros bens materiais, usados geralmente nas campanhas e acções do grupo. 

 

A Greenpeace busca sensibilizar a opinião pública através de actos, publicidades e outros meios. A actuação do Greenpeace é baseada nos pilares filosóficos-morais da desobediência civil e tem como princípio básico o testemunho presencial e a acção directa.

Entre os primeiros activistas que ajudaram a fundar a organização na década de 1970 havia pessoas com estilo de vida hippie e membros de comunidades quakers americanas, que migraram para o Canadá por não concordarem com a guerra do Vietename. Os nomes mais destacados entre os fundadores da organização são Robert (Bob) Hunter (falecido em maio de 2005, foi membro do grupo por toda sua vida), Paul Watson (que saiu em 1977 por divergências com a direcção do grupo, fundando no mesmo ano a Sea Shepherd Conservation Society, dedicada à proteção dos oceanos) e Patrick Moore (se desligou em 1986 e, em 1991, criou a empresa Greenspirit, que presta consultoria ambiental à indústria madeireira, nuclear e de biotecnologia).

 

As campanhas, protestos e acções da Greenpeace procuram atrair a atenção dos média para assuntos urgentes e assim confrontar e constranger os que promovem agressões ao meio ambiente. Dessa forma o grupo conseguiu ao longo de sua história algumas importantes vitórias como o fim dos testes nucleares no Alasca e no Oceano Pacífico, o fechamento de um centro de testes nucleares americano, a proibição da importação de pele de morsa pela União Europeia, a moratória à caça de baleias e a protecção da Antárctida contra a mineração.

Informações adaptadas da Wikipédia

Link do postPor AndréV, às 20:19  Comentar

15.1.08
Um juiz do Tribunal Federal da Austrália declarou hoje ilegal a caça de baleias na reserva marítima australiana na Antárctica, abrindo um precedente que impedirá empresas baleeiras japonesas de continuar aquela prática na região.

O magistrado australiano decidiu a favor da queixa apresentada em 2004 pelo grupo ambientalista Humane Society International contra a companhia baleeira japonesa Kyodo Senpaku Kaisha.

A organização não-governamental acusa a companhia nipónica de ter morto e ferido 1.253 baleias Minke (Balaenoptera bonaerensis) , nove baleias Fin (Balaenoptera physalus) e um número indeterminado de baleias Jubarte (Megaptera novaeangliae) no santuário marítimo declarado pela Austrália na Antárctica.

De acordo com a sentença proferida pelo Tribunal Federal australiano, a acção japonesa viola a Lei de Conservação da Biodiversidade e Protecção do Meio Ambiente da Austrália e, caso não seja suspensa, levará à extinção das populações de baleias na zona protegida.

O precedente pode levar a que o Governo australiano - um dos maiores críticos à caça de baleias - tome medidas mais drásticas para impedir que os baleeiros japoneses continuem a operar nessa região.

No entanto, o juiz do Tribunal Federal observou que os autores do crime não podem ser detidos fora do território australiano, pelo que o Governo precisa de obter a jurisdição (soberania legal) sobre o santuário marinho da Antárctica, criado em 2000 e não reconhecido por Tóquio.

Esta situação já chegou aos mais altos responsáveis políticos australianos, com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Stephen Smiths, a pedir «cautela com a sentença» para não perturbar as relações diplomáticas com o Japão.

Já o ministro do Ambiente, Peter Garrett, anunciou que apoiaria qualquer requerimento nos tribunais para impedir a caça.

Actualmente a Austrália está a acompanhar de perto a situação e a vigiar a frota pesqueira nipónica a partir do navio «Oceanic Viking», do Departamento de Alfândegas australiano, e através de meios aéreos que registam todas as ocorrências.

Por causa desta intervenção, o governo japonês já se viu obrigado a suspender a caça de 50 baleias corcundas (ou jubarte), que inicialmente tinha autorizado para este ano.

Também a organização ambientalista Greenpeace está presente no local para impedir que os baleeiros nipónicos capturem baleias na zona protegida da Antárctica.

Na segunda-feira, uma perseguição levada a cabo pela organização ambientalista obrigou uma frota baleeira japonesa, constituída por seis navios, a abandonar a área de caça.

O Japão anunciou que este ano que pretende caçar mais de 1.300 baleias, alegando que quer realizar «estudos científicos», o que, segundo os grupos ecologistas, não passa de uma forma encoberta para efectuar capturas comerciais.

Em declarações à agência de notícias espanhola EFE, a Agência de Pesca Japonesa referiu hoje que a decisão do juiz australiano «não é vinculativa», afirmando que a zona onde as frotas baleeiras nipónicas operam «estão sob jurisdição internacional».

A Comissão Baleeira Internacional pediu em Junho passado ao Japão que suspendesse o seu «programa científico», após uma resolução não vinculativa patrocinada pela Austrália, mas Tóquio continua a ignorar essa recomendação.

A Comissão mantém desde 1986 uma moratória sobre a caça de baleias com fins comerciais, apesar das pressões japonesas para permitir capturas em pequena escala.

A Noruega é o único país do mundo que permite a caça comercial de cetáceos, mas o Japão e a Islândia caçam mais de 2.000 baleias por ano com fins «científicos».

O Japão sempre defendeu o seu direito à caça, argumentando que o consumo de carne e produtos derivados da baleias faz parte da cultura japonesa. A carne de baleia é altamente valorizada pelos consumidores japoneses e alcança valores de mercado muito elevados.

Diário Digital / Lusa

11.9.07
Link do postPor Marta Santos, às 17:31  Comentar

18.7.07

A queima de combustíveis fósseis está a alterar a nossa atmosfera - causando as Alterações Climáticas. Para combater estas alterações é necessário parar de queimar os combustíveis fósseis. As energias renováveis, como o vento e a energia solar, são uma das soluções para este problema, mas uma das mais rápidas e fáceis é a utilização de menos energia.

É esta a nova campanha da Greenpeace:

"Energy (R)Evolution"

Através deste link podes informar-te acerca desta campanha. Se te inscreveres aqui, entrarás na subcampanha "7 steps" onde receberás durante 7 semanas, um newsletter semanal com conselhos úteis de como poupar mais energia e outras informações.

E já agora, aqui estão os videos promocionais da Greenpeace:

 

Newton, Arquimedes e Einstein tiveram uma grande idéia! 

 

 

 

 

 

 

 

 

Link do postPor Ventura
Editado por Marta Santos às 13:43, às 14:00  Ver comentários (4) Comentar

17.7.07
Segundo um relatório divulgado no dia 16 de Julho, pela organização ambientalista Greenpeace, mais de 6,4 milhões de toneladas de lixo, das quais 60 a 80% de plásticos, acabam no mar anualmente, no âmbito da campanha «Recuperemos o Mediterrâneo».

O estudo indica que 70% do lixo mundial encontra-se no fundo do mar, ameaçando várias espécies entre as quais tartarugas, cetáceos e focas.

«Estamos a afogar o mar em plásticos», declarou Mario Rodriguez, director de campanhas da Greenpeace em Espanha, que apresentou o relatório hoje em Barcelona, a bordo do Rainbow Warrior, citado pelo jornal El Mundo.

Ainda que tenham aumentado os gastos com a limpeza de praias e fundo do mar, o lixo continua a voltar insistentemente.

Dados da campanha 2006/2007 do programa Coastwatch Portugal revelaram que a presença de lixo, sobretudo garrafas e sacos de plástico, continua a ser problemática nas praias portuguesas, tendo sido contabilizados mais de 100 mil resíduos em 350 quilómetros de costa.

O Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA) estimava, em 2005, que existiam cerca de 13.000 fragmentos de plásticos por quilómetro quadrado nos oceanos.

O Mar Mediterrâneo Norocidental (zonas próximas das costas de Espanha, França e Itália) é a zona do planeta com mais detritos no fundo do mar: 1.935 unidades por quilómetro quadrado.

O Mar do Caraíbas, a costa indonésia, o Mar Celta (Irlanda), o Mar do Norte, o Golfo de Leão e o Golfo da Biscaia são outras zonas com grande acumulação de lixo.

Os impactos sobre as espécies marinhas são diversos e vão desde o aprisionamento de animais como tartarugas, focas e cetáceos nas redes de pesca, ingestão de plásticos ou introdução de espécies invasoras.

A bibliografia regista 267 espécies marinhas diferentes afectadas pelos plásticos, algumas das quais em perigo de extinção.

Por exemplo, um estudo realizado no Mediterrâneo espanhol demonstrou que 75% dos exemplares de tartaruga-boba (Caretta caretta) tinham ingerido plásticos. A ingestão destes detritos pode bloquear o tracto digestivo e impedir que os animais se alimentem correctamente até provocar a sua morte.

Cerca de 80% deste lixo tem origem em terra, através das redes de saneamento, actividades industriais e turismo costeiro.

Embalagens de comida e bebida, cigarros, brinquedos de praia, preservativos, seringas, redes e linhas de pesca, ou sacos de plástico são alguns dos resíduos que se encontram um pouco por todo o lado, refere o estudo da Greenpeace.

Diário Digital / Lusa

Noticia retirada daqui


16.7.07


Sendo dia de fauna & flora e não havendo nem muito para postar nem muito tempo deixo-vos com esta imagem.

Este é o atum rabilho, (Thunnus thynnus nome cientifico), trata-se duma espécie característica do oceano atlântico e do mediterrâneo.

Na imagem retirada do site oficial da organização greenpeace.

O texto que a acompanha é o seguinte:

Atum Rabilho morto, debaixo de água. O greenpeace está a convidar os países mediterrâneos a proteger esta espécie através de criações de reservas nas suas áreas de alimentação e reprodução. Transformar-se-iam parte de uma rede global de reservas marinhas através de 40% dos oceanos do mundo que são necessárias dar aos oceanos para que tenham possibilidade recuperar das décadas da exploração industrial em grande escala.
Link do postPor Marta Santos, às 16:54  Comentar

15.7.07
Existem vários jogos no site da Greenpeace, para motivarem/educarem as pessoas a preservar o nosso ambiente. É uma boa maneira de educar os miúdos pois assim consegue-se aliar a diversão à preservação.

Ora deixo aqui o link:


Espero que gostem, e não joguem muito.

Mais jogos em:
http://www.greenpeace.org/international/fungames

Cumprimentos, Jorge Colaço
Link do postPor JorgeColaco, às 13:51  Ver comentários (3) Comentar


Olá a todos! Aqui está um novo blog "verde" por sinal, aqui ficarão registados pequenos apontamentos acerca do nosso mundo natural, ecologia, ambiente, entre outros... O objectivo? Aprendermos todos um pouco mais. Esperemos que gostem!
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