17.9.08

 (TVNet)

Link do postPor Ventura, às 10:59  Comentar

11.8.08

Partindo de um material desenvolvido por pesquisadores japoneses, engenheiros holandeses estão a criar a primeira "estrada verde", capaz de eliminar da atmosfera a poluição emitida pelos veículos que nela se movimentam.


Uma pequena estrada na cidade de Hengelo, Holanda, será pavimentada com um cimento especial contendo um aditivo capaz de capturar partículas de óxidos de nitrogénio emitidas pelos escapes dos veículos.

 

Mais conhecidos pela sigla NOx, os óxidos de nitrogénio estão entre os piores gases poluentes emitidos na atmosfera, sendo os principais responsáveis pela chamada chuva ácida.

O cimento purificador de ar recebe na sua fórmula um aditivo à base de dióxido de titânio. Quando exposto à luz do Sol, o material reage com os óxidos de nitrogénio, transformando-os em nitratos, que são inofensivos ao meio ambiente. Basta uma chuva para que todo o pó inerte seja lavado e a estrada fique limpa de novo.

 

A estrada de Hengelo foi escolhida porque está sendo reconstruída e por causa da excelente qualidade do ar da região, que permitirá um acompanhamento preciso dos resultados obtidos com a pavimentação capaz de eliminar a poluição do ar. As obras deverão terminar até o final de 2008.

(fonte)


1.5.08

(Clica na imagem para acederes ao programa dos seminários)


28.3.08

Cientistas descobriram como fabricar nanopartículas de ouro utilizando, além de sais de ouro, unicamente compostos naturais e amigos do ambiente. É a primeira vez que se descobre um método "verde" para a produção destes componentes altamente promissores para a nanotecnologia e para a biomedicina.

Apesar da grande promessa dessas partículas microscópicas, principalmente para carregar medicamentos no tratamento do cancro, os cientistas estão cada vez mais preocupados com os potenciais efeitos tóxicos, tanto das próprias nanopartículas sobre o organismo humano e sobre o meio ambiente, quanto dos compostos sintéticos utilizados em sua fabricação.

As nanopartículas de ouro têm uma vantagem sobre outras nanopartículas, fabricadas de outros materiais: o facto de que o ouro é inerte e tem pouca probabilidade de causar danos ao nosso organismo. Ainda assim, serão necessárias pesquisas para a verificação de sua toxicidade.

Com a nova técnica, as nanopartículas de ouro são produzidas a partir de sais de ouro, óleo de soja e água. "Tipicamente, um fabricante utiliza uma grande variedade de compostos químicos sintéticos ou feitos pelo homem para produzir as nanopartículas de ouro" explica Kattesh Katti, da Universidade do Missouri, nos Estados Unidos.

 

"Para fabricar os químicos necessários para esta produção, precisamos produzir outros químicos artificiais, criando um impacto ambientalmente negativo ainda maior. O nosso novo processo usa somente o que a natureza nos disponibiliza e utiliza-os para produzir uma tecnologia que já comprovou ter impactos de grande alcance na tecnologia e na medicina" conclui o pesquisador.

 

Nanopartículas de ouro são minúsculas porções de ouro, com dimensões abaixo dos 100 nanómetros. Os pesquisadores acreditam que elas virão a ser utilizadas na detecção do cancro e no seu tratamento, carregando medicamentos directamente até os tumores e evitando muitos dos efeitos colaterais das quimioterapias.

As nanopartículas também estão sendo utilizadas no fabrico de componentes eletrónicos de nova geração, no tratamento de doenças genéticas dos olhos e no desenvolvimento de novos catalisadores para automóveis.

Link do postPor Ventura, às 19:16  Comentar

24.6.07


Investigadores franceses alcançaram uma etapa significativa na eliminação dos testes em animais graças à criação de um teste "in vitro" capaz de informar se a substância química produz ou não irritações cutâneas. Este teste foi aprefeiçoado por um centro de bioengenharia sediado em Lyon e acaba de ser homolgado pelo ECVAM, o centro europeu para a validação dos métodos alternativos.

O teste foi realizado em amostras de pele humana reconstruída em colagénio.
 "É um avanço enorme, pois é a primeira vez que podemos avaliar o poder irritante de matérias-primas cosméticas e de produtos químicos unicamente com um teste in vitro. Antes era necessário completar as análises com testes em animais." disse à AFP Marie-Hélène Teissie, responsável pelo projecto.

in Meia Hora
Link do postPor Marta Santos, às 12:19  Comentar


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