26.7.07


Cada vez mais temos electrodomésticos que estão sempre acessíveis e prontos a ser usados a partir de um comando. Mas para que isso seja possível é necessário que os aparelhos tenham um consumo mínimo de energia que lhes permita activarem as suas funções quase imediatamente, o que acarreta um consumo constante de energia - o chamado consumo Stand-by.

O Stand-by é o estado em que o aparelho fica quando não está a ser usado. O exemplo mais reconhecido de consumo em Stand-by é a luz que fica acesa num aparelho quando este é desligado no comando, que nos aparelhos recentes representa um consumo mais baixo do que se estiver a ser utilizado, mas nos aparelhos antigos consome praticamente a mesma energia do que se estivesse a ser usado. Outros bons exemplos de consumo Stand-by são os verificados nos vídeos, DVDs e aparelhagens que quando não estão a ser usados estão a consumir energia na mesma, pois têm relógios a funcionar.

Vale a pena lembrar que alguns aparelhos consomem energia mesmo estando desligados e para que eles não consumam nada é necessário que sejam desligados da tomada. Por exemplo, alguns monitores ligados consomem 90W, em Stand-by (espera) consomem 15w e desligados consomem 5W.

É aconselhável que se desligue todo equipamento das tomadas, ou em alternativa ligar os aparelhos a uma tomada eléctrica com interruptor (power-strip), que consome 1 a 3 W, mas que é preferível ao consumo total dos aparelhos que se ligarem a estas tomadas, que pode atingir os 75 W. Assim evita-se o consumo desnecessário de energia, e também se previne uma eventual sobrecarga que pode acontecer quando a energia volta após uma falta de energia.

Este consumo deve ser evitado em períodos de férias e/ou quando não se utilizam os equipamentos (em casas de férias ou de fim de semana).

Estima-se que o consumo anual médio em Stand-by para cada lar Português seja de 377 kWh/ano, o que corresponde a uma despesa de 37,25 €.

Apresentam-se em seguida alguns exemplos de consumo em Stand-by de alguns aparelhos:



Fonte de informação: ecocasa





Esta semana cerca de 50 pessoas responderam à pergunta colocada das quais cerca de 20 confessaram nunca ou raramente desligarem completamente os aparelhos, no entanto nem tudo é mau, 12 pessoas afirmam desligar sempre os aparelhos, neste caso concreto a televisão, estes resultados mostram-nos que já há alguma sensibilização para a causa gastos de energia, no entanto ainda há bastantes arrestas a limar.

Obrigado a todos os que participaram e já aí está uma nova pergunta para responder
Link do postPor Marta Santos, às 11:50  Comentar

13.7.07
chegou-me o seguinte e-mail à caixa do correio:


Exmos. Srs.
Encontramo-nos a promover o evento Certificação Energética de Edifícios que se realizará no próximo dia 20/Julho entre as 14 Horas e as 19 Horas em Coimbra, que terá como oradores os Engenheiros Carlos Nascimento, Director da Agência para a Energia, e João de Jesus Ferreira, Presidente da Gerência da Sociedade Portuguesa de Certificação Energética.
Somos a solicitar a V. Exas. o obsequio de divulgarem este evento junto da classe que representam.
Para participar nesta acção de formação deverá formalizar a inscrição e fazer o pagamento.

Preço Normal: 50 €
A Conclusão, Lda oferecerá uma inscrição gratuita por cada grupo de cinco inscrições realizadas em simultâneo.
Deverão contactar_Tel. 239.497.990_e-mail: secretariado@conclusao.com
Com os nossos melhores cumprimentos,

Departamento de Formação Profissional
Nuno Marques


Localização e contactos:

Rua Manuel Madeira – Edifício Delta 2.º Dto | 3025-047 COIMBRA |NIPC.501.906.100

Tel. (+351) 239.497990/1 | Fax. (+351) 239.497999 | Telemóveis: 91.661 39 60; 96.397 24 75

www.conclusao.com





O recado fica dado e aconselha-se. É importante conseguirmos promover a eficiência energética das nossas habitações, para que possam tornar-se mais confortáveis e mais económicas.
Link do postPor Marta Santos, às 15:31  Comentar

23.6.07



A partir de Julho, as casas a construir terão de ter um certificado de eficiência energética, tal como acontece com os electrodomésticos, mas subsistem dúvidas nos profissionais do sector e no público em geral.


"Já recebemos muitos pedidos de clientes e temos dificuldades. Os projectistas estão a passar a bola para os empreiteiros e não sabemos, em concreto, quem são os interlocutores", comentou um construtor civil, durante um debate organizado ontem à noite em Aveiro, pela Ordem dos Arquitectos.

A exigência decorre da calendarização do Sistema de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos edifícios, que transpõe uma directiva comunitária relativa ao desempenho energético e vai-se estender, já em 2009, às construções existentes, quando forem transaccionáveis.

Conforme esclarecimento dado no debate por um dos oradores, André Cruz, da Vulcano, os novos regulamentos de eficiência energética das casas e edifícios entram em vigor já em Julho, mas não se aplicam a construções já iniciadas.

Apesar disso, a certificação vai ter impacto no valor comercial das casas, o que é importante para os promotores imobiliários, que podem ver desvalorizados pelo mercado os espaços ainda sem certificação.

No âmbito do sistema nacional de certificação energética, está a ser criada uma bolsa de peritos para verificar a eficiência energética na fase de licenciamento das construções e depois na fase de execução da obra.

"Para obter a licença de habitação de uma casa vai ser preciso obter o certificado energético", esclareceu André Cruz.

Além da aplicação dessas normas ao mercado habitacional, os edifícios de serviços vão estar sujeitos a acções regulares de monitorização dos consumos energéticos, à imagem do que se passa com as inspecções obrigatórias aos automóveis, para garantir que mantêm a eficiência energética certificada.

Na sequência do Protocolo de Quioto, a Europa criou quotas de emissão de gases de estufa. A grande responsabilidade dos edifícios no consumo energético leva a que se tente agora, pela via legislativa, impor uma maior eficiência.

Os países do sul da Europa, como Portugal, apostam na energia solar térmica por ser, nas energias alternativas, a mais testada e mais económica, pelo que, segundo António Manso, da Vulcano, o novo enquadramento legislativo e a exposição solar deverão conduzir a um rápido crescimento desse tipo de soluções.


in Ecosfera Publico

Link do postPor Marta Santos, às 17:41  Ver comentários (6) Comentar


Olá a todos! Aqui está um novo blog "verde" por sinal, aqui ficarão registados pequenos apontamentos acerca do nosso mundo natural, ecologia, ambiente, entre outros... O objectivo? Aprendermos todos um pouco mais. Esperemos que gostem!
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