10.11.08

Nome comum: Pato-trombeteiro

Nome científico: Anas clypeata

 

Esta ave, facilmente identificável, apresenta uma silhueta atarracada e um bico comprido e largo em forma de colher. Pesam entre 400g e 1kg.

Bastante comum no nosso país, este anatídeo é uma ave invernante, ou seja, passa no nosso país o Inverno evitando o das terras mais a norte donde vem. Costuma chegar ao nosso País nos finais de Agosto, podendo permancer até Abril do ano seguinte. Ocorre praticamente de norte a sul de Portugal, ocupando todo o tipo de habitats aquáticos de baixa profundidade: tanto em lagoas costeiras, como açudes, barragens, pauis ou ribeiras no interior.
Os machos são inconfundíveis, com a cabeça verde, o peito branco, os flancos avermelhados e o seu bico em forma de espátula. As fêmeas são acastanhadas, mas também se identificam facilmente graças à forma do bico.Em voo ambos os sexos apresentam um espelho alar verde.

Tanto pousados, estando na água - meneando o bico constantemente ou utilizando-o como «aspirador», à superfície, na prospecção de alimento - ou em voo, têm um aspecto bastante típico, aparentando um aspecto algo pesado e «curto».

Costuma associar-se a outras espécies de patos, formando bandos muito numerosos.

A sua alimentação baseia-se em algas e plantas aquáticas que apanha com o seu bico, mas também pode consumir insectos e moluscos.

A sua reprodução ocorre entre Abril e Junho. Cada fêmea põe entre 9 e 11 ovos, incubando-os durante 25 dias. As crias iniciam-se no voo 40 dias após a sua eclosão.


27.10.08

Nome comum: Coruja-das-torres

Nome científico: Tyto alba

 

Pertencente à Ordem dos Strigifomes, e à Família dos Tintonídeos, a Coruja-das-torres tem um aspecto inconfundível. É uma ave de médio porte, medindo entre 29 a 44cm (em adultos), com o seu peso a  variar entre 250 e 700g. Podem apresentar uma envergadura de asas até 90cm. As fêmeas apresentam, geralmente, tamanho superior ao dos machos (25%). Podem viver até 10 anos em ambiente. Apresentam uma cor acastanhada, manchas pretas nas costas e  atrás da cabeça, além de finas manchas pretas ou castanhas por todo o corpo à excepção da parte interna das asas. O seu peito, e a parte inferior do corpo, é branca, podendo apresentar uma cor acizentada ou amarelada. Os seus grandes olhos são cónicos, como é comum nos strigiformes, apresentam uma excelente visão (diurna e nocturna).

Distribui-se por toda a Europa à excepção do extremo norte, Pirinéus e Alpes. Em Portugal ocorre por todo o país, sendo mais comum no centro e sul. A Cororuja-das-torres está associada a biótipos abertos (como pastagens e terrenos agrícolas) ou semi-abertos (montados pouco densos).

Costuma nidificar em quintas, montes, moinhos, celeiros, ruínas e igrejas. A fêmea coloca entre 4 a 7 ovos nas cavidades das árvores ou edifícios, e, com a ajuda do macho, incuba-os durante um mês.

A sua alimentação baseia-se sobretudo em pequenos mamíferos roedores, mas também podem-se alimentar de pequenos pássaros, répteis, anfíbios, peixes e insectos. É uma espécie essencialmente nocturna, procurando alimento sempre alimento 1 a 2 horas depois do anoitecer e antes do nascer do sol.

Nesta altura as principais ameaças à sua sobrevivência são a intensificação da agricultura, a demolição de edifícios antigos, o aumento do uso de agro-químicos para diminuir número de roedores, abate de árvores com os seus ninhos e colisões com veículos.

 

Curiosidades: O seu pescoço pode girar 270º para compensar o facto dos seus olhos serem imóveis. Costumam balançar a cabeça da equerda para a direita quando estão curiosas. 


6.8.08

Nome comum: Alfaiate

Nome Científico: Recurvirostra avosetta

Nome em inglês: Avocet

 

O Alfaiate, da família Recurvirostridae, é uma ave limícola de tamanho relativamente grande, que possui uma plumagem de coloração branca e preta, o seu bico preto é fino e fortemente encurvado para cima e as suas patas são de cor cinzentas azuladas. É uma espécie colonial, ocasionalmente solitária. Os adultos tendem a regressar para os mesmos locais de nidificação de anos anteriores. O casal é monogâmico de duração sazonal, os seus ninhos são instalados no solo ou em vegetação rasteira, mas sempre perto de água. As crias são precoces e nidífugas, isto é, são capazes de sair do ninho quando eclodem, e que têm capacidade de se auto-alimentarem.

 

Estão principalmente associados a habitats aquáticos, como estuários, salinas, zonas de vasa entre marés, baías pouco profundas, lagoas costeiras, albufeiras de regiões interiores.
 

É uma espécie com uma distribuição desde o Minho até ao Algarve, sendo que os melhores locais de observação são as IBA’s (Important bird areas) do Estuário do Tejo, do Estuário do Sado e a da Ria Formosa, onde existem as maiores concentrações do país.

 

É classificado do ponto de vista trófico, como sendo carnívoro, pois alimenta-se de uma grande variedade de invertebrados aquáticos (insectos, crustáceos e anelídeos), mas também de peixes de pequena dimensão.


Os Alfaiates vêm a Portugal passar o Inverno, sendo essa a melhor altura para serem observados. No sul do país, podem também ser observados alguns indivíduos reprodutores na Primavera e no Verão.
 

O principal factor de ameaça para esta espécie está relacionado com a perda e distúrbio do seu habitat. O crescente interesse sobre a faixa litoral para a instalação de complexos turísticos, tem afectado zonas habituais de descanso, alimentação e nidificação desta espécie, quer pela destruição ou alteração do habitat, quer pelo aumento da perturbação de toda a zona envolvente. Outros factores de preocupação estão relacionados com a contaminação das águas, poluição, predação dos ovos por animais domésticos e selvagens e eventualmente caça.
 

Espécie caracterizada por se concentrar em relativamente poucos locais de invernada, com apenas 10 locais albergando 90% da população invernante na Europa, o que o torna relativamente vulnerável. A população nidificante em Portugal tem o estatuto de Quase Ameaçada e a população invernante de Pouco Preocupante. Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, o Alfaiate é considerado Não Ameaçado.

(fonte)

Link do postPor Ventura, às 14:03  Comentar

20.5.08

Nome Comum: Andorinha-do-Mar-Anã ou Chilreta

Nome Científico: Sterna albifrons

Nome em Inglês: Little Tern

 

A Andorinha-do-mar-anã é uma pequena ave marinha pertencente à Ordem dos Charadriiformes, onde também se incluem as gaivotas, embora numa família distinta - Sternidae-. É uma espécie migradora, cuja população da Europa Ocidental percorre duas vezes por ano o longo trajecto entre as zonas de invernada, na costa ocidental africana, e as áreas de nidificação, nas costas europeias.

Possuindo um comprimento de 22 a 24cm e uma envergadura de aprximadamente 50cm possui o dorso cinzento; peito, ventre e cauda brancos; asas maioritariamente cinzentas com as penas das extremidades mais escuras; coroa e nuca pretas; testa branca. O seu bico é amarelo com a extremidade preta (na Primavera e inicio do Verão).

A sua alimentação baseia-se sobretudo em pequenos peixes e crustáceos e também insectos, anelídeos e moluscos.

Chegam ao nosso país no mês de Abril onde escolhe e prepara o local do ninho. Nidifica principalmente em colónias, geralmente em grupos de 2 a 50 casais, em zonas abertas junto à água: ilhas isoladas ou penínsulas, praias arenosas ou com conchas, lagoas costeiras, estuários e complexos de salinas.  Em meados de Maio realiza-se a postura de 1 a 3 ovos levando cerca de 20 dias de incubação. Em Junho as crias nascem, acabando por deixar o ninho com 4 a 5 dias de idade procurando refúgio em zonas com vegetação. Levam cerca de 20 dias até estarem aptas a voar.

Entre Agosto e Outubro realiza-se a migração outonal. As crias migram acompanhadas pelos progenitores, sendo ainda alimentadas por estes 2 a 3 meses após efectuarem os primeiros voos.

Embora tenha sido considerada uma espécie comum em Portugal, a Andorinha-do-mar-anã tem actualmente uma distribuição restrita no nosso país, condicionada pela existência de habitat apropriado que não esteja sujeito a uma elevada pressão humana durante a época estival.

É relativamente fácil de observá-la em diversos sectores da costa portuguesa, principalmente no litoral algarvio, mas também nos estuários do Tejo e do Sado, na Ria de Aveiro ou na Lagoa de Santo André.

Como mera curiosidade, a Sterna albifrons é a Andorinha-do-mar europeia mais pequena.


16.4.08

Nome Comum: Cagarraz ou Mergulhão-de-pescoço-preto
Nome Científico: Podiceps nigricollis
Nome em Inglês: Black-Necked Grebe

O último Aves em Portugal  data o dia 4 de Novembro de 2007, ou seja, mais de 5 meses se passaram desde a Ardeola ralloides ou Papa-Ratos. Volto com mais uma muito bonita: o Cagarraz. Pertence à Ordem dos Podicipediformi e à Família dos Podicipedidae.
Medindo entre 28 a 34cm de comprimento este mergulhão é um dos cinco mergulhões que ocorrem na Europa.
  • Megulhão-de-crista - Podiceps cristatus
  • Mergulhão-de-pescoço-ruivo - Podiceps griseigena
  • Cagarraz - Podiceps nigricollis
  • Fundujo - Podiceps ruficollis
  • Megulhão-esclavão - Podiceps auritus
Têm corpo semelhante ao dos patos, as pernas recuadas e membranas nos dedos o que facilita a natação. São excelentes mergulhadores mas desajeitados em terra firme. Caracterizada por, no Verão, possuir a cabeça e pescoço preto e um conjunto de penas amarelas logo atrás dos olhos. No Inverno, esta ave é branca com um capucho preto pouco definido.
Esta espécie reproduz-se em áreas com vegetação junto a lagos de água doce ao longo da Europa, Ásia, África, no Norte da América do Sul e a Oeste e Este dos Estados Unidos da América. Passa o Inverno em zonas de Estuário.
Em Portugal ocorre principalmente no Inverno. O Estuário do Sado é o local mais importante para a invernada desta espécie. A sua nidificação em Portugal nunca foi confirmada, mas existem observações esporádicas durante a época de reprodução, tanto no Alentejo como no Algarve.
Têm em Portugal o nome de mergulhões e conhecem-se cerca de 25 espécies espalhadas, pelas regiões temperadas. Os ninhos são construídos em colónias ou em separado, são flutuantes, feitos de ervas, juncos e caniços.
Os filhotes são capazes de nadar desde que saem do ovo.

A sua alimentação é principalmente composta por insectos, mas também reparte alguma da sua dieta por pequenos crustáceos, pequenos peixes, moluscos, sanguessugas e anfíbios.

5.11.07
Nome comum: Papa-Ratos
Nome científico: Ardeola ralloides
Nome em inglês: Squacco Heron
Pertencente à família Ardeidae (família das garças), o Papa-ratos é uma garça de tamanho médio, com plumagem branca no abdómen e asas, e pardacenta no dorso, o qual na época de reprodução, adquire uma coloração castanho-alaranjada. Habita em zonas inundadas de água doce, pouco profundas e com vegetação densa onde forma, geralmente, uma minoria em colónias mistas de garças. Procura alimento em pântanos de água doce permanentes, arrozais e zonas adjacentes de sistemas de irrigação. Zonas ricas em peixe e anfíbios, são essenciais para conservação da população nidificante. Nidifica geralmente perto de água em densas áreas de árvores e arbustos, ou caso estes não existam em caniçais. Descansa em árvores, com outras espécies da família Ardeidae. Algumas das árvores onde foram construídos ninhos podem ser utilizadas como dormitório fora da época de nidificação.
Procura alimento ao anoitecer e ocasionalmente durante o dia, sozinho ou em pequenos grupos. Alimenta-se sobretudo de larvas de insectos, anfíbios e pequenos peixes. Também insectos, aranhas, crustáceos, moluscos e excepcionalmente pequenas aves. Nidifica em colónias mistas com outras espécies de garças. Os requisitos fundamentais para a nidificação são a segurança, a ausência de perturbação, a protecção contra o mau tempo e a disponibilidade de materiais para a construção dos ninhos. O ninho é construído entre 2 a 20 m acima do solo ou da água, em árvores (Salix) ou outros arbustos e juncais. Casal monogâmica de duração sazonal, participando ambos os progenitores na criação e alimentação dos juvenis. As crias são nidícolas.
A sua distribuição estende-se desde o sul da Europa, Sudoeste Asiático até à região do Mar Aral, assim como na zona tropical de África e no Norte de África. A maioria das espécies de Papa-Ratos do Paleártico Ocidental migra para a zona tropical do Norte de África, e em menor proporção para Marrocos, Mediterrâneo, Iraque, Irão e Golfo Pérsico. A sua área de distribuição potencial em Portugal, situa-se a sul do Tejo.
Para além do seu interesse científico e importância como parte do nosso património biológico, o Papa-ratos, assim como o resto dos Ardeídeos, pertencendo ao topo da cadeia alimentar, pode funcionar como indicador biológico das biocenoses aquáticas permitindo definir critérios de avaliação relevantes no âmbito da conservação de zonas húmidas.
Uma das maiores ameaças à espécie foi o comércio de penas que ocorreu durante o séc. XIX e princípio do séc. XX, que afectou principalmente as populações da Europa e Ásia. Posteriormente, como consequência da industrialização e aumento da densidade populacional humana, surgiu outra séria ameaça - a fragmentação e destruição do habitat. A estrita associação que estabelecem com zonas húmidas torna-as susceptíveis a fortes pressões humanas de vária ordem: poluição, actividades do sector primário (agricultura, pastoreio, pesca) e actividades recreativas (motas de água, esqui aquático, caça), não estando as colónias aí existentes protegidas devido à fácil acessibilidade destes habitats.
Nos últimos anos, e de acordo com contagens realizadas em Espanha, França e Itália, onde existem as colónias mais significativas na Europa Ocidental, as populações desta garça têm vindo a aumentar devido à criação de reservas, implementação de medidas de protecção e redução de predadores. Outro factor que permitiu este crescimento foi a sua adaptação a habitats transformados, como é o caso dos arrozais, utilizados como zonas de alimentação e que suprimem em parte a ausência de áreas naturais inundadas. Contudo, têm surgido problemas devido a mudanças nas práticas agrícolas que conduzem à redução e contaminação das populações-presa, como sejam a introdução de métodos de irrigação mais eficientes e a utilização de pesticidas. De facto, o uso massivo de compostos químicos afecta toda a cadeia alimentar provocando um efeito tóxico cumulativo nos predadores do topo.
As alterações climatéricas que têm ocorrido nas últimas décadas agravam situações de seca, provocando o desaparecimento de zonas húmidas pondo em perigo todas as espécies que delas dependem, como é o caso do Papa-ratos que prefere áreas de climas quentes, onde este problema tem sido mais acentuado.

8.10.07

Nome comum: Poupa

Nome científico: Upupa epops

Nome em inglês: Hoopoe

Há muito que não escrevia nesta secção! Isto das lides bloguísticas tem estado um pouco em segundo plano devido a muitos factores externos que não vou referir aqui pois este post não tem nada a ver com isso.

Portanto voltando à questão que me trouxe aqui, falo desta vez da Poupa. Pertencente à família  Upupidae (aves upopiformes ), esta ave encontra-se distribuída pela Europa, zonas tropicais da Àsia , toda a Àfrica excepto zonas desérticas e pelo Madagáscar. É característica de zonas agrícolas ou pastagens com pequenas matas e arbustos.

Com um comprimento de 26 a 28 centímetros, e uma envergadura de 42 a 46 centímetros, esta ave não pesa mais que 80 gramas e tem uma esperança média de vida de 11 anos.

Esta ave é caracterizada por possuir um bico comprido e arqueado, com uma crista eréctil. É esta crista em forma de poupa que lhe dá o nome. A sua plumagem é acastanhada , com as asas largas e arredondadas de listas pretas e brancas. A sua cauda longa é preta com uma barra branca larga. As patas são acinzentadas e curtas.

O seu canto é um característico hoop-hoop-hoop que pode ser repetido ao longo de vários minutos.

Nidifica em buracos de árvores e muros de pedra. A postura é efectuada entre Agosto e Outubro e é constituída por 2 a 7 ovos que variam entre as cores cinzento e amarelo. A incubação que dura cerca de 18 dias é efectuada pela fêmea. Ao fim de 3 ou 4 semanas, as crias estão prontas para os seus primeiros voos.

A principal característica dos ninhos das poupas é talvez o seu cheiro fétido, extremamente desagradável. O mau cheiro não se deve a falta de higiene no ninho, pois sabe-se que a fêmea o limpa cuidadosamente de todos os detritos, mas representa uma estratégia contra predadores. A fêmea e os juvenis desta espécie possuem uma glândula uropigial, capaz de segregar o líquido responsável pelo mau cheiro, que é expelido em caso de ameaça.

Desconfiada, passa grande parte do tempo a alimentar-se no solo. Caminha errantemente, mudando constantemente de direcção. Inverna em África. Voa frequentemente a baixa altitude, rente ao solo. Voo com ondulações curtas e batimentos irregulares, intercalados com deslizes. Ao aterrar, levanta a poupa, por breves instantes.

O estado de conservação da poupa é seguro, mas a espécie encontra-se em regressão na Europa. No último século desapareceu da Suécia, Holanda, Bélgica e grande parte da Alemanha, sobretudo devido à alteração das práticas agrícolas e à introdução do uso de insecticidas.

Alimenta-se essencialmente de minhocas e insectos. Embora prefira alimentar-se no solo, é também capaz de caçar insectos em voo.


20.8.07

Nome comum: Mobelha-pequena

Nome científico: Gavia stellata

Nome em inglês: Red-Throated Diver Red-Throated Loon  na América do Norte)

Distribuídas pela Eurásia e pelo Canadá, esta ave esbelta e graciosa, é a mais pequena e a mais distribuída  pertencente à família Gaviidae . Ao contrário dos seus parentes mais próximos, que necessitam de uma grande distancia para levantar vôo , esta consegue levantar vôo em pequenos charcos.

Normalmente possui um comprimento de 55 a 87 centímetros, com uma envergadura de 91 a 110 centímetros . Os adultos possuem a cabeça cinzenta, um pescoço largo com a garganta avermelhada. No inverno  o seu corpo é mais claro e no verão mais escuro. A íris também é vermelha. O seu peso varia entre o 1 e 1.2Kg . O macho é um pouco maior que a fêmea.

Como adaptação ao mergulho, as suas narinas são estreitas e alongadas. Esta espécie, coo todas as mergulhadoras, é uma especialista na caça aos peixes chegando a mergulhar a uma profundidade superior a 7.5 metros. No chão estas aves são muito trapalhonas .

Esta ave é monogâmica a longo termo, ou seja, possui apenas um companheiro durante muito tempo. O seu ritual de acasalamento é complexo e a copulação é repetida várias vezes.

Costuma reproduzir-se em lagos e passam o inverno ao largo da costa. A fêmea costuma ter uma postura de 2 ovos, que são incubados pelos dois progenitores durante 28 dias. Após os ovos eclodirem inicia-se uma competição entre os dois jovens pelo alimento o que acaba por levar à morte de um deles (o mais fraco).

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