15.12.09

 

À pouco, em conversa com um amigo, tive conhecimento de um site onde podemos assistir a uma forma completamente desumana de tratar os animais. Para além de estarem a matar animais, fazem-no de uma forma horrivel.

 

Pessoalmente, não consigo sequer assistir ao video, quanto mais imaginar que há pessoas capazes de o fazer. Deixo-vos o link para a página que contém o video também, com o aviso de que este choca qualquer um..

 

A Shocking Look Inside Chinese Fur Farms

 

 


12.2.09

12 de Fevereiro de 1809.

Nascia o pai da Biologia Moderna em Shrewsbury (Reino Unido). Falo, claro, de Charles Robert Darwin.

Darwin tornou-se conhecido pois foi ele que mudou a visão que o Mundo tinha sobre a Vida. Foi ele que convenceu a comunidade científica que as ocorre evolução nas espécies sendo o seu principal motor a Selecção Natural.

Mais informações aqui.


27.10.08

Nome comum: Coruja-das-torres

Nome científico: Tyto alba

 

Pertencente à Ordem dos Strigifomes, e à Família dos Tintonídeos, a Coruja-das-torres tem um aspecto inconfundível. É uma ave de médio porte, medindo entre 29 a 44cm (em adultos), com o seu peso a  variar entre 250 e 700g. Podem apresentar uma envergadura de asas até 90cm. As fêmeas apresentam, geralmente, tamanho superior ao dos machos (25%). Podem viver até 10 anos em ambiente. Apresentam uma cor acastanhada, manchas pretas nas costas e  atrás da cabeça, além de finas manchas pretas ou castanhas por todo o corpo à excepção da parte interna das asas. O seu peito, e a parte inferior do corpo, é branca, podendo apresentar uma cor acizentada ou amarelada. Os seus grandes olhos são cónicos, como é comum nos strigiformes, apresentam uma excelente visão (diurna e nocturna).

Distribui-se por toda a Europa à excepção do extremo norte, Pirinéus e Alpes. Em Portugal ocorre por todo o país, sendo mais comum no centro e sul. A Cororuja-das-torres está associada a biótipos abertos (como pastagens e terrenos agrícolas) ou semi-abertos (montados pouco densos).

Costuma nidificar em quintas, montes, moinhos, celeiros, ruínas e igrejas. A fêmea coloca entre 4 a 7 ovos nas cavidades das árvores ou edifícios, e, com a ajuda do macho, incuba-os durante um mês.

A sua alimentação baseia-se sobretudo em pequenos mamíferos roedores, mas também podem-se alimentar de pequenos pássaros, répteis, anfíbios, peixes e insectos. É uma espécie essencialmente nocturna, procurando alimento sempre alimento 1 a 2 horas depois do anoitecer e antes do nascer do sol.

Nesta altura as principais ameaças à sua sobrevivência são a intensificação da agricultura, a demolição de edifícios antigos, o aumento do uso de agro-químicos para diminuir número de roedores, abate de árvores com os seus ninhos e colisões com veículos.

 

Curiosidades: O seu pescoço pode girar 270º para compensar o facto dos seus olhos serem imóveis. Costumam balançar a cabeça da equerda para a direita quando estão curiosas. 


22.10.08

Segundo alguns cientistas, a Terra está neste preciso momento a enfrentar a 6ª Extinção em Massa de animais e plantas, com cerca de 50% de espécies já extinguidas.

A actividade humana encontra-se na principal posição para justificar tal acontecimento. Alguns biólogos da Universidade de Santa Barbara, encontram-se a trabalhar, dia e noite, para criar uma lista de espécies que têm prioridade máxima de conservação (Algumas possuem alta capacidade de adaptação às alterações ambientais o que as coloca nos últimos lugares).

A última extinção em massa que ocorreu na Terra foi à 65 Milhões de anos atrás, quando ocorreu a extinção dos dinossauros.

Atelopus varius - Critically endengered


13.10.08

Especialistas na matéria estão de acordo: o objectivo de impedir a excessiva perda de biodiversidade que cerca de 200 países assinaram, em 2002vai fracassar. Uns dizem que o objectivo já era inantigível desde o início enquanto outros diziam que o objectivo era envergonhar os governos com o fracasso.Todos os indicadores mundiais estão direccionando o objectivo na direcção contrária, e poucos governos traduziram o objectivo para a legislação nacional.

Segundo Ahmed Djoghlaf, secretário executivo da Convenção da ONU para a Diversidade Biológica (CBD), o objectivo era atingível desde que os governos agissem urgentemente, mas acabou de admitir que os indicadores estão dizendo que é improvável.

Na semana passada, o Red List of Threatened Species, mostrou que cerca de um quarto a um terço de todos os mamíferos encontram-se em risco de extinção.

O responsável pela comissão económica da perda de biodiversidade referiu que a degradação das florestas custa à economia mundial mais por ano do que a crise bancária actual.

(Cartoon via Notas ao Café)

Link do postPor Ventura, às 22:42  Comentar

4.10.08

Coincidindo com o Dia de São Francisco de Assis (W), o santo protector dos animais, e com o Dia do Médico Veterinário, comemora-se este sábado o Dia Mundial do Animal com iniciativas que decorrerão de norte a sul do país promovidas por câmaras municipais ou associações do sector.
É sempre bom lembrar que não só os humanos têm direitos...


6.8.08

Nome comum: Alfaiate

Nome Científico: Recurvirostra avosetta

Nome em inglês: Avocet

 

O Alfaiate, da família Recurvirostridae, é uma ave limícola de tamanho relativamente grande, que possui uma plumagem de coloração branca e preta, o seu bico preto é fino e fortemente encurvado para cima e as suas patas são de cor cinzentas azuladas. É uma espécie colonial, ocasionalmente solitária. Os adultos tendem a regressar para os mesmos locais de nidificação de anos anteriores. O casal é monogâmico de duração sazonal, os seus ninhos são instalados no solo ou em vegetação rasteira, mas sempre perto de água. As crias são precoces e nidífugas, isto é, são capazes de sair do ninho quando eclodem, e que têm capacidade de se auto-alimentarem.

 

Estão principalmente associados a habitats aquáticos, como estuários, salinas, zonas de vasa entre marés, baías pouco profundas, lagoas costeiras, albufeiras de regiões interiores.
 

É uma espécie com uma distribuição desde o Minho até ao Algarve, sendo que os melhores locais de observação são as IBA’s (Important bird areas) do Estuário do Tejo, do Estuário do Sado e a da Ria Formosa, onde existem as maiores concentrações do país.

 

É classificado do ponto de vista trófico, como sendo carnívoro, pois alimenta-se de uma grande variedade de invertebrados aquáticos (insectos, crustáceos e anelídeos), mas também de peixes de pequena dimensão.


Os Alfaiates vêm a Portugal passar o Inverno, sendo essa a melhor altura para serem observados. No sul do país, podem também ser observados alguns indivíduos reprodutores na Primavera e no Verão.
 

O principal factor de ameaça para esta espécie está relacionado com a perda e distúrbio do seu habitat. O crescente interesse sobre a faixa litoral para a instalação de complexos turísticos, tem afectado zonas habituais de descanso, alimentação e nidificação desta espécie, quer pela destruição ou alteração do habitat, quer pelo aumento da perturbação de toda a zona envolvente. Outros factores de preocupação estão relacionados com a contaminação das águas, poluição, predação dos ovos por animais domésticos e selvagens e eventualmente caça.
 

Espécie caracterizada por se concentrar em relativamente poucos locais de invernada, com apenas 10 locais albergando 90% da população invernante na Europa, o que o torna relativamente vulnerável. A população nidificante em Portugal tem o estatuto de Quase Ameaçada e a população invernante de Pouco Preocupante. Em termos de estatuto de ameaça a nível da Europa, o Alfaiate é considerado Não Ameaçado.

(fonte)

Link do postPor Ventura, às 14:03  Comentar

20.4.08

A Lagoa dos Salgados - situada entre os concelhos de Silves e Albufeira -, uma das mais importantes zonas ecológicas do Algarve, sofreu um esvaziamento na semana passada que está a criar alvoroço no seio de várias associações ambientais.


Como está junto a um campo de golfe - propriedade da Herdade dos Salgados - e para evitar inundações, no Inverno, é costume abrir um canal até ao mar. No entanto esta acção foi feita em plena Primavera, altura em que as aves estão a nidificar.


A lagoa já foi aberta duas vezes este ano mas a esta altura do ano não devia ter sido feito. A zona parece um deserto. Milhares de aves desapareceram totalmente”, confessa João Ministro, da associação Almargem.


Aves como o Pernilongo (Himantopus himantopus), o Camão (Porphyrio porphyrio), o Papa-Ratos (Ardeola ralloides) ou a Garça Vermelha (Ardea purpurea), que usam a área de 149 hectares para nidificar durante a Primavera, já não o vão fazer este ano, garante João Ministro, afirmando que algumas terão fugido para a Ria Formosa, não se sabendo se já teriam começado a nidificar. Ao todo, no pico da época de nidificação, a Lagoa dos Salgados chega a albergar perto de 1500 aves.


João Ministro sublinha ainda que o campo de golfe foi mal planificado, já que está construído sobre uma zona de leito da Lagoa dos Salgados, o que leva a ser esvaziada mais vezes que o normal e ressalva que há maneiras menos agressivas para libertar a água, como a bombagem, mas que envolve custos mais elevados.


A lagoa fecha naturalmente, o que demora entre duas a três semanas, mas a ondulação não tem estado muito forte, por isso deverá demorar mais tempo”, admite.


Por enquanto ainda não foi feita qualquer queixa por parte da Almargem ou outra qualquer associação, mas a hipótese não está fora de questão: “Estamos a ver a situação com algumas associações de defesa do ambiente, incluído a SPEA, e vamos tomar decisões em breve”.


Recorde-se que a SPEA chegou mesmo a cancelar uma visita programada de observação de aves, devido à nova situação da lagoa.

 

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR-Alg) confirmou que a abertura da Lagoa dos Salgados foi autorizada pela entidade: “Após um episódio intenso de precipitação, e tendo o nível da lagoa subido bruscamente, optou-se por autorizar a abertura da barra nesta altura", adianta a CCDR-Alg.

(fonte)


16.4.08

Nome Comum: Cagarraz ou Mergulhão-de-pescoço-preto
Nome Científico: Podiceps nigricollis
Nome em Inglês: Black-Necked Grebe

O último Aves em Portugal  data o dia 4 de Novembro de 2007, ou seja, mais de 5 meses se passaram desde a Ardeola ralloides ou Papa-Ratos. Volto com mais uma muito bonita: o Cagarraz. Pertence à Ordem dos Podicipediformi e à Família dos Podicipedidae.
Medindo entre 28 a 34cm de comprimento este mergulhão é um dos cinco mergulhões que ocorrem na Europa.
  • Megulhão-de-crista - Podiceps cristatus
  • Mergulhão-de-pescoço-ruivo - Podiceps griseigena
  • Cagarraz - Podiceps nigricollis
  • Fundujo - Podiceps ruficollis
  • Megulhão-esclavão - Podiceps auritus
Têm corpo semelhante ao dos patos, as pernas recuadas e membranas nos dedos o que facilita a natação. São excelentes mergulhadores mas desajeitados em terra firme. Caracterizada por, no Verão, possuir a cabeça e pescoço preto e um conjunto de penas amarelas logo atrás dos olhos. No Inverno, esta ave é branca com um capucho preto pouco definido.
Esta espécie reproduz-se em áreas com vegetação junto a lagos de água doce ao longo da Europa, Ásia, África, no Norte da América do Sul e a Oeste e Este dos Estados Unidos da América. Passa o Inverno em zonas de Estuário.
Em Portugal ocorre principalmente no Inverno. O Estuário do Sado é o local mais importante para a invernada desta espécie. A sua nidificação em Portugal nunca foi confirmada, mas existem observações esporádicas durante a época de reprodução, tanto no Alentejo como no Algarve.
Têm em Portugal o nome de mergulhões e conhecem-se cerca de 25 espécies espalhadas, pelas regiões temperadas. Os ninhos são construídos em colónias ou em separado, são flutuantes, feitos de ervas, juncos e caniços.
Os filhotes são capazes de nadar desde que saem do ovo.

A sua alimentação é principalmente composta por insectos, mas também reparte alguma da sua dieta por pequenos crustáceos, pequenos peixes, moluscos, sanguessugas e anfíbios.

7.4.08
Uma equipa de investigadores confirmou a descoberta da primeira "rã sem pulmões". De acordo com o estudo publicado amanhã pela revista científica "Current Biology", os cientistas da National University of Singapore encontraram duas populações do anfíbio Barbourula kalimantanensis, uma rã aquática que respira através da pele, numa recente expedição à região indonésia do Bornéu.

"Sabíamos que teríamos de ter muita sorte para encontrar a rã", disse David Bickford, um dos responsáveis pela expedição. "Havia gente a tentar há trinta anos. Mas quando conseguimos e eu comecei a fazer as primeiras dissecações no local, devo dizer que estava muito céptico relativamente à ausência de pulmões. Não me parecia possível. Ficámos um pouco chocados quando verificamos que era verdade para todas os espécimes que tínhamos recolhido em Kalimatan, na Indonésia".

Até esta expedição só tinham sido descobertos e dissecados dois espécimes. "A coisa que mais me deixa espantado é que ainda deve haver muitas espécies, as primeiras em qualquer coisa (como neste caso a primeira rã sem pulmões), para ser descobertas", acrescentou Bickford. "Temos de explorar um pouco mais além do que fizeram antes de nós".

Nos animais tetrapodes, animais que apoiam quatro membros no solo, a ausência de pulmões ocorre apenas nos anfíbios. Exemplos disto são algumas espécies de salamandras e uma espécie de apodes, anfíbios que se parecem com pequenas cobras. No entanto, explicou Bickford, a completa ausência de pulmões é um evento evolucionário raro.

Segundo o estudo, a descoberta da ausência de pulmões na rã vai ao encontro da ideia de que os pulmões são uma característica maleável nos anfíbios. A Barboroula kalimantanensis vive em ambientes frios e de água corrente pelo que a ausência de pulmões pode ter resultado da adaptação a estes factores, sugerem os investigadores.

De acordo com a investigação, o ambiente rico em oxigénio terá feito com que a espécie diminuísse o seu ritmo metabólico, espalmasse o seu corpo de forma a aumentar a área de superfície da pele e desenvolvesse uma força ascensional negativa, isto é, uma tendência para afundar em vez de flutuar.

Para os cientistas, vai ser preciso novos estudos sobre esta rã para esclarecer tudo o que não se sabe sobre a singularidade da espécie e o seu perigo de extinção. No entanto, apelam desde já à conservação dos habitats agora descobertos.

"É uma espécie ameaçada sobre a qual não sabemos praticamente nada, com uma capacidade fantástica de respirar totalmente através da pele e cujo futura está a ser ameaçado, por exemplo, pela exploração ilegal das minas de outro da região", disse Bickford."Não há respostas simples para este problema".
(fonte)


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